Existem momentos em que preservar a mama não é seguro e isso não significa perda, mas priorizar pela sua vida.
Nem sempre é possível realizar uma cirurgia conservadora (como a quadrantectomia).
Essas situações incluem:
Tumores muito grandes em relação ao tamanho da mama.
Múltiplos focos de câncer espalhados pela mama.
Comprometimento da pele ou do mamilo.
Retorno da doença (recidiva) após cirurgia conservadora.
Contraindicação à radioterapia, que é parte essencial do tratamento após a quadrantectomia.
As diretrizes da SBM (2023) e da NCCN (2024) mostram que essa decisão aumenta as chances de controle local da doença e pode ser associada à reconstrução imediata, garantindo também bem-estar físico e emocional.
Cada caso é único.
E cada mulher merece uma explicação clara, um plano individual e o tempo certo para se olhar de novo com confiança.