Daniela CanguçuMastologia e Cirurgia OncoplásticaAgendar
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O que eu compartilho sobre saúde das mamas.

Saúde das mamas, diagnóstico e reconstrução — em textos e publicações do Instagram.

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Do consultório

486 publicações disponíveis, da mais recente para a mais antiga. Notas e legendas de vídeos aprovadas podem ser lidas aqui; os vídeos abrem no Instagram.

Dor mamária é a queixa mais frequente em mastologia e na grande maioria dos casos tem…

Dor mamária é a queixa mais frequente em mastologia e na grande maioria dos casos tem origem hormonal e não está associada a doença grave. A dor cíclica, que acompanha o ciclo menstrual, raramente exige investigação por imagem.

O sinal de alerta é a dor acíclica: focal, persistente, que não segue o padrão do ciclo e que muda de intensidade sem causa aparente. Esse padrão merece avaliação mais criteriosa, especialmente quando persiste ao longo do tempo.

Se você está com dor que não segue o ciclo e já foi avaliada sem resposta clara, descreva esse padrão com precisão na próxima consulta. A forma como você descreve o sintoma muda a conduta.

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Hoje estou na Jornada Nordeste de Mastologia

Hoje estou na Jornada Nordeste de Mastologia — e cada vez que volto a uma sala de congresso, lembro por que escolhi essa especialidade.

A Mastologia muda rápido. Novas evidências reescrevem condutas, técnicas cirúrgicas se refinam, tratamentos ficam mais precisos e menos agressivos. O que era padrão há poucos anos, hoje pode já não ser a melhor escolha.

Por isso, atualização não é um detalhe da carreira. É um compromisso com cada paciente.

Significa poder oferecer uma cirurgia que trata a doença e preserva a autoestima. Indicar o exame certo no momento certo. Evitar tratamentos desnecessários. E, acima de tudo, olhar para cada mulher com o melhor que a ciência tem a oferecer hoje, e não com o que aprendi ontem.

Estar aqui também é trocar experiências com colegas que dividem essa mesma inquietação: fazer sempre melhor.

Volto para o consultório com a mesma certeza de sempre: cuidar bem exige nunca parar de aprender.

Esse mês eu usei esse espaço pra desmontar alguns medos que ainda travam muita mulher na…

Esse mês eu usei esse espaço pra desmontar alguns medos que ainda travam muita mulher na hora de cuidar da própria saúde, desde o pavor de descobrir algo errado na mamografia até a sensação de que o tempo de espera entre o diagnóstico e o tratamento significa descaso, quando na verdade é exatamente o contrário.

Se você acompanhou essas postagens, provavelmente entendeu que a reconstrução mamária tem caminhos que vão muito além do que a maioria imagina, e que um mês inteiro de calendário médico serve pra te dar informação suficiente pra agir com menos medo e mais clareza.

Só que outubro termina e o corpo que você precisa cuidar continua o mesmo em novembro, então guarda essas informações e usa quando precisar, sem esperar o próximo outubro chegar.

Muita mulher acha que se não reconstruiu logo na hora da cirurgia

Muita mulher acha que se não reconstruiu logo na hora da cirurgia, perdeu a janela de oportunidade pra sempre, mas a reconstrução tardia existe exatamente pra quem não estava pronta naquele momento, e pode acontecer meses ou até anos depois, respeitando o tempo que cada mulher precisa pra decidir com calma.

A lei que garante esse direito não impõe uma data limite, e situações como quimioterapia, radioterapia ou a necessidade de se recuperar emocionalmente da mastectomia costumam empurrar essa cirurgia pra mais adiante sem tirar o direito de reconstruir depois.

Se você fez a mastectomia há um tempo e nunca reconstruiu, essa porta continua aberta.

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Anticoncepcionais hormonais são contraindicados para mulheres que tiveram câncer de mama…

Anticoncepcionais hormonais são contraindicados para mulheres que tiveram câncer de mama com receptores hormonais positivos, que representam a maioria dos casos. A restrição inclui pílulas combinadas, pílulas de progestágeno isolado, injeções, implantes e DIU hormonal, por aumentarem o risco de recidiva da doença.

Essa é a posição da Sociedade Brasileira de Mastologia e da Organização Mundial da Saúde.

Alternativas seguras existem: DIU de cobre e métodos de barreira não interferem na biologia hormonal e podem ser usados com segurança. A escolha precisa ser feita em conjunto com a mastologista que acompanha o pós-tratamento.

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Uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Mastologia em parceria com a Libbs…

Uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Mastologia em parceria com a Libbs mostrou que mais da metade das mulheres brasileiras, 54,5%, já deixou de fazer o exame exatamente por esse motivo, então você está acompanhada de uma multidão silenciosa que também trava na hora de marcar.

Esse medo trabalha contra você de dois jeitos, te impedindo de ter a informação que tranquilizaria a maioria das dúvidas, já que a maior parte dos resultados vem normal, e adiando qualquer diagnóstico pro caso raro em que realmente existe algo pra tratar, quando agir cedo faz toda diferença.

Sair daquela sala com uma resposta, qualquer que ela seja, vale mais do que carregar a dúvida por mais um ano.

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Muita mulher chega achando que existe só um jeito de reconstruir

Muita mulher chega achando que existe só um jeito de reconstruir, geralmente imaginando uma prótese colocada e pronto, mas na prática a reconstrução segue caminhos bem diferentes dependendo do corpo de cada uma, podendo usar prótese definitiva numa única cirurgia, passar primeiro por um expansor preenchido aos poucos, ou usar tecido da própria paciente retirado da barriga ou das costas pra reconstruir sem prótese nenhuma.

A escolha entre essas técnicas depende da quantidade de pele que sobrou depois da mastectomia, de ter ou não radioterapia e da anatomia de cada mulher.

Quando esse plano é pensado pro corpo específico de cada paciente, o resultado final muda completamente.

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Hoje é dia do médico e fico pensando em como essa profissão molda a gente de um jeito…

Hoje é dia do médico e fico pensando em como essa profissão molda a gente de um jeito que ninguém avisa antes de entrar na faculdade, você entra pra estudar o corpo humano e sai sabendo muito mais sobre como as pessoas enfrentam os momentos mais difíceis da própria vida.

Ser mastologista envolve dominar uma técnica cirúrgica complexa e ainda assim aguentar firme numa sala de espera cheia antes de entrar no centro cirúrgico com a mente concentrada, carregando a confiança total de quem está deitada naquela mesa.

Existem dias que pesam de um jeito difícil de explicar, mas também existe o momento em que uma paciente volta meses depois caminhando diferente, e é por esse tipo de momento que a escolha continua fazendo sentido.

Obrigada a cada colega que também escolheu esse caminho.

A primeira coisa que preciso te dizer é que você não precisa decidir tudo hoje

A primeira coisa que preciso te dizer é que você não precisa decidir tudo hoje, porque entre a confirmação do diagnóstico e o início do tratamento costuma passar de duas a quatro semanas, tempo suficiente pra completar os exames de estadiamento, que mostram se a doença ficou só na mama ou se espalhou, e pra montar a equipe que vai cuidar de você.

Essa equipe normalmente reúne mastologista, oncologista clínico e, dependendo do caso, cirurgião plástico e psicólogo, conversando juntos sobre o seu caso antes de fechar qualquer plano de tratamento.

Se o seu médico pedir esses exames ou falar em reunir outros especialistas, saiba que esse tempo está sendo usado exatamente pra te proteger.

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Tem uma mudança enorme acontecendo dentro das salas de cirurgia no Brasil que pouca…

Tem uma mudança enorme acontecendo dentro das salas de cirurgia no Brasil que pouca gente percebe de fora.

Um levantamento que analisou mais de 161 mil cirurgias de câncer de mama no país entre 2016 e 2025 mostrou que a cirurgia conservadora já representa 94,4% dos procedimentos, enquanto a proporção de mastectomias caiu de quase 11% em 2016 pra pouco mais de 5% em 2025, um sinal claro de que preservar a mama virou o caminho mais comum no tratamento do câncer.

Toda vez que entro numa sala como essa pra operar, penso exatamente nisso, em como tirar o tumor com segurança sem precisar retirar a mama inteira, porque é isso que a maioria dos casos permite hoje.

Se alguém te disser que câncer de mama sempre termina em mastectomia, agora você sabe que os números contam outra história.

Cirurgia oncoplástica combina remoção do tumor com preservação da forma e do volume da…

Cirurgia oncoplástica combina remoção do tumor com preservação da forma e do volume da mama num mesmo procedimento. O resultado oncológico nos casos indicados é equivalente ao da mastectomia, com a diferença de que a paciente acorda com a mama preservada.

A indicação depende de fatores individuais como tamanho do tumor, proporção com a mama, tipo de cirurgia necessária. Por isso a avaliação com mastologista especializada em cirurgia oncoplástica é o ponto de partida.

Se você recebeu indicação de cirurgia e ainda não conversou sobre essa opção, essa pergunta precisa ser feita antes da decisão.

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Adiar uma cirurgia de câncer de mama por um compromisso pessoal é uma decisão que…

Adiar uma cirurgia de câncer de mama por um compromisso pessoal é uma decisão que precisa ser tomada com informação clínica real, não com culpa nem com medo.

O impacto do tempo entre o diagnóstico e a cirurgia depende do tipo de tumor, do estadiamento e do que está acontecendo naquele caso específico. Em alguns casos, semanas mudam as opções disponíveis. Em outros, o planejamento permite uma janela segura.

Essa conversa precisa acontecer no consultório, com a mastologista que conhece o seu caso. Se você está diante de uma decisão assim, não toma ela sozinha.

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Outubro chegou e com ele a pergunta que mais ouço das pacientes novas sentando aqui na…

Outubro chegou e com ele a pergunta que mais ouço das pacientes novas sentando aqui na minha frente: Será que vou precisar perder a mama?

Esse mês existe exatamente pra isso.

O INCA estima 78.610 novos casos de câncer de mama por ano no Brasil entre 2026 e 2028, risco de quase 72 casos a cada 100 mil mulheres, e só no Nordeste são mais de 17 mil diagnósticos esperados por ano.

Atrás de cada número desses tem uma mulher sentada numa cadeira como essa, tentando entender o que vem pela frente, e é esse lugar que eu escolhi ocupar todos os dias, entre o medo da primeira consulta e a segurança que a gente constrói junta ao longo do tratamento.

Esse mês eu vou abrir aqui as dúvidas que mais me trazem dentro da sala de consulta.

Vem comigo?

Adiar a biópsia por medo do resultado é uma das situações mais comuns que vejo no…

Adiar a biópsia por medo do resultado é uma das situações mais comuns que vejo no consultório e uma das mais difíceis de abordar, porque o medo é legítimo e real.

A biópsia não cria o problema que ela eventualmente encontra. O que ela faz é te dar a informação necessária para o próximo passo, seja ele um acompanhamento, um tratamento menos invasivo ou um planejamento cirúrgico enquanto as opções ainda são maiores.

Se você está com indicação de biópsia e ainda não marcou, essa é a conversa que precisava acontecer.

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Parece ilegal saber disso mas o seu plano de saúde é obrigado a cobrir a reconstrução…

Parece ilegal saber disso mas o seu plano de saúde é obrigado a cobrir a reconstrução mamária.

Muita mulher acha que vai ter que brigar ou pagar do próprio bolso depois da mastectomia. Só que a Lei obriga qualquer plano de saúde privado a cobrir a cirurgia reparadora quando a mutilação vem de tratamento de câncer.

Isso inclui a reconstrução da mama retirada e a simetrização da mama saudável, pra ficar tudo equilibrado.

Quando existe condição técnica, a reconstrução pode acontecer no mesmo tempo cirúrgico da mastectomia, sem esperar meses numa fila separada.

Se o seu plano tentar negar ou empurrar isso pra depois sem justificativa, essa cobertura é um direito seu garantido em lei.

Passa esse post pra alguém que talvez nem saiba disso.

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A relação entre exercício físico e redução do risco de câncer de mama é reconhecida pela…

A relação entre exercício físico e redução do risco de câncer de mama é reconhecida pela Sociedade Brasileira de Mastologia e pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica, que recomenda exercício como parte do tratamento em pacientes diagnosticadas.

Os mecanismos incluem redução de estrogênio circulante, modulação da resposta inflamatória e melhora da função imunológica. Os benefícios foram documentados tanto na prevenção quanto na redução de recorrência após diagnóstico.

Exercício não substitui rastreamento. Ele faz parte de um conjunto de escolhas que, juntas, reduzem o risco ao longo da vida.

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Para de rolar o feed se você quer entender o que o seu laudo significa.

Aquele número do BI-RADS assusta mas ele só descreve de forma padronizada o que apareceu na sua imagem, indo de zero a seis.

Zero pede mais uma imagem pra fechar a avaliação e um significa tudo normal.

Dois e três seguem na faixa benigna, sendo que o três gera mais dúvida porque pede repetição em seis meses com risco de câncer de só 2%.

A partir do quatro a suspeita fica real e costuma pedir biópsia, cinco já é bem sugestivo de malignidade e seis confirma câncer já diagnosticado antes.

Nenhum desses números determina qual conduta tomar no seu caso.

Quem cruza isso com seu corpo e histórico familiar é a sua mastologista, então trás esse laudo direto pra consulta.

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Mulheres jovens com alterações mamárias costumam ter um percurso diagnóstico mais longo…

Mulheres jovens com alterações mamárias costumam ter um percurso diagnóstico mais longo do que mulheres acima de 50 anos. Isso acontece porque fora da faixa etária de rastreamento, a suspeita clínica inicial tende a ser menor, e a conduta padrão costuma ser observação antes de investigação.

Esse raciocínio tem base. Mas tem um limite.

Se você tem menos de 40 anos, encontrou algo na mama e não entendeu por que está sendo acompanhada em vez de investigada, você tem o direito de pedir essa explicação.

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O que mais me orgulha nesse trabalho é ver uma mulher que chegou destruída na primeira…

O que mais me orgulha nesse trabalho é ver uma mulher que chegou destruída na primeira consulta voltando completamente diferente meses depois, até no jeito de andar.

Eu carrego cada uma dessas histórias comigo.

Lembro de cada uma das minhas pacientes.

Tenho duas filhas e penso muito no tipo de médica que eu gostaria que cuidasse delas um dia, se precisarem.

É esse cuidado, entregue de verdade, que me faz amar tanto essa profissão.

Inteligência artificial pode ajudar a organizar dúvidas

Inteligência artificial pode ajudar a organizar dúvidas, entender termos médicos e reduzir a ansiedade da espera. O que ela não faz é avaliar o seu caso individualmente, examinar você, ler o seu laudo dentro do contexto do seu tratamento completo ou assumir a responsabilidade pela decisão.

O Conselho Federal de Medicina estabeleceu em 2026 que decisões diagnósticas e terapêuticas devem permanecer sob responsabilidade do médico. Isso existe por uma razão.

Se você está diante de uma decisão cirúrgica e tem dúvidas, traga essas dúvidas para a consulta. É aqui que elas precisam ser respondidas.

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Eu não esperava que tantas mulheres chegassem ao consultório sem nunca ter ouvido falar…

Eu não esperava que tantas mulheres chegassem ao consultório sem nunca ter ouvido falar em cirurgia oncoplástica.

Você imagina que esse nome seria familiar pra quem passa pelo diagnóstico, mas não é o que acontece na prática. Muita paciente descobre esse termo só na minha consulta.

Um estudo com participação da Sociedade Brasileira de Mastologia mostrou que metade dos mastologistas brasileiros já realiza esse tipo de cirurgia, o que reforça que a técnica é segura e consolidada.

A informação é que ainda demora a chegar até quem mais precisa dela.

A cirurgia oncoplástica une a retirada do tumor com técnicas que preservam a forma da mama.

Se você nunca tinha ouvido esse termo, talvez outras mulheres que você conhece também nunca tenham ouvido e precisam receber um conteúdo como esse.

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O resultado dessa cirurgia da mastectomia masculinizadora não depende só do que acontece…

O resultado dessa cirurgia da mastectomia masculinizadora não depende só do que acontece na sala.

Todo mundo foca na cirurgia em si, mas o pós-operatório é o que decide se aquele resultado vai se firmar direito.

Eu explico isso pra cada paciente antes de operar pra que não saia da sala de operação achando que terminou ali.

O paciente precisa usar colete compressivo por pelo menos trinta dias, manter repouso sem movimento brusco e evitar levantar peso ou erguer o braço nos primeiros dias.

Essa rotina protege a cicatrização e o formato final do tórax.

Vou ajustando as orientações conforme as semanas passam e se você está pensando nessa cirurgia saiba que o cuidado depois pesa tanto quanto o dia da operação.

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Me diz se eu estou errada

Me diz se eu estou errada, a maioria das mulheres ainda acha que ter câncer de mama significa perder a mama.

Até faz sentido pensar assim porque por muito tempo a mastectomia foi o único caminho oferecido e essa ideia ficou entranhada como se fosse uma regra, repetida de geração em geração.

Mas hoje, em casos iniciais, dá pra retirar só o tumor e preservar a mama com o mesmo resultado de segurança, vai depender do tamanho do tumor e de outros fatores, por isso cada caso pede avaliação própria.

O que me incomoda muito é ver minhas pacientes chegando no consultório com a certeza de que vão perder a mama, quando muitas vezes nem é essa a realidade do caso dela.

Se você também pensava assim, talvez seja hora de marcar uma conversa de verdade sobre o seu caso.

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É onde as publicações nascem, com vídeo e bastidor.

@dradaniela.mastologista