Câncer de mama detectado no estágio inicial tem mais de 95% de chance de cura.
No estágio avançado, esse número cai drasticamente. E a diferença entre um diagnóstico e outro, na maioria das vezes, não está no tipo de tumor, na genética ou no histórico familiar. Está no tempo. Está no momento em que a mulher decidiu parar de adiar e foi fazer o exame.
O medo do resultado é real. Eu entendo isso. Mas ele funciona ao contrário do que parece: quanto mais você adia, maior a chance de que, quando você finalmente for, o caminho seja mais difícil do que precisava ser.
O exame não inventa problema. Ele não piora o que já existe. Ele só encontra cedo, quando ainda é possível agir com mais opções, com menos intervenção, com mais chance de preservar a mama e a qualidade de vida.
Mamografia anual a partir dos 40 anos. Ultrassom quando indicado. Avaliação clínica regular. Esse é o protocolo que salva vidas, não porque é sofisticado, mas porque funciona quando seguido.
Se você está dentro da faixa de rastreamento e não faz exame há mais de um ano, esse post é para você.
Dra Daniela Canguçu
Mastologista
CRM BA - 23602 | RQE - 14548
Telefone: (71) 71 4042-2292
Ed. Prof. Carlos Aristides Maltez
Av. Antônio Carlos Magalhães, 237, Itaigara
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