A imagem que a maioria das mulheres tem quando recebe um diagnóstico de câncer de mama ainda é a mesma, perder a mama.
Mas a prática cirúrgica mudou de forma expressiva nas últimas décadas.
Quando combinada com a técnica oncoplástica, a cirurgia conservadora remove o tumor com margem de segurança adequada e reconstrói o volume da mama no mesmo ato cirúrgico. O resultado oncológico nos casos indicados é equivalente ao da mastectomia, com a diferença de que a paciente acorda com a mama preservada.
A indicação depende do estadiamento e da relação entre o tamanho do tumor e o volume da mama, avaliados caso a caso. Para a maioria das pacientes diagnosticadas em estágio inicial, a preservação é tecnicamente possível e oncologicamente segura.
Ed. Prof. Carlos Aristides Maltez - Av. Antônio Carlos Magalhães, 237, Itaigara
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