Daniela CanguçuMastologia e Cirurgia OncoplásticaAgendar
Do consultório

Notas curtas — página 2

271 publicações ao todo, da mais recente para a mais antiga.

Todo ano é a mesma história, né?

"Esse ano eu vou marcar aquela mamografia."

"Esse ano eu vou ao mastologista."

"Vou investigar aquele nódulo que eu senti."

E aí passa janeiro. Passa fevereiro. Chega outubro e a gente posta laçinho rosa, compartilha textinho bonito sobre prevenção... mas a consulta não sai.

Eu entendo. Eu entendo de verdade.

Você tem medo do resultado. Você tem medo de ouvir algo que vai mudar sua vida. Você tem medo de abrir uma porta que não dá mais pra fechar.

Mas sabe o que eu aprendi cuidando de mulheres com câncer de mama há tantos anos?

Que o medo de saber é SEMPRE menor que a dor de ter esperado demais.

Sempre.

Se você investiga e é benigno? Você elimina aquela ansiedade que tava te corroendo por dentro. Você volta a dormir tranquila. Você recupera a paz.

Se você investiga e é maligno? Você ganha tempo. E tempo, no câncer de mama, é literalmente a diferença entre cura e complicação. Entre tratamento simples e tratamento agressivo. Entre preservar a mama e perder a mama.

2026 acabou de começar. Não deixa esse ano passar igual aos outros. Não deixa o medo te paralisar de novo.

Agenda aquela consulta que você tá adiando há meses. Faz aquela mamografia que 'deixou pra depois'. Investiga aquele nódulo que você 'acha que não é nada'.

A influenciadora Bruna Furlan de Nóbrega, neta de Carlos Alberto de Nóbrega

A influenciadora Bruna Furlan de Nóbrega, neta de Carlos Alberto de Nóbrega, revelou que foi diagnosticada com câncer de mama aos 24 anos.

O caso chocou muita gente porque ainda existe a ideia de que essa doença só aparece depois dos 40.

Esse caso nos lembra de algo muito importante:

o câncer de mama não tem uma idade mínima. Ele pode aparecer também em mulheres jovens, em algumas situações por fatores genéticos, hormonais ou tumores de comportamento mais agressivo e quando isso acontece, o impacto emocional e físico costuma ser ainda maior.

Receber essa notícia aos 24 anos pode parecer injusto e chocante e, de fato, é uma experiência que muda muitos planos.

Se esse tipo de diagnóstico te assusta ou causa dúvidas, saiba que existe informação, cuidado e acompanhamento técnico que respeita seu tempo e sua história.

Você não está sozinha.

E entender que câncer de mama pode acontecer em qualquer idade é um passo importante para agir com responsabilidade e acolhimento.

Hoje é meu aniversário.

E em vez de falar de mim, eu quero falar de vocês.

Porque de todos os anos da minha vida, muitos deles eu passei fazendo o que mais amo: cuidar de mulheres.

E cada consulta, cada cirurgia, cada 'obrigada por não me deixar sozinha' me ensinou algo sobre coragem, resiliência e humanidade.

Então hoje, meu desejo de aniversário é simples:

Que cada mulher que precisa de cuidado tenha coragem de buscar ajuda. Que cada mulher com medo saiba que não está sozinha. Que cada mulher se permita cuidar de si sem culpa.

2026 começa assim: com gratidão por cada uma de vocês que confia em mim nos momentos mais difíceis.

Vamos juntas.

Que o novo ano chegue com leveza.

Com saúde.

Com gente de verdade por perto.

Que a gente tenha sabedoria para soltar o que não depende mais de nós

e coragem para cuidar do que importa.

Que não falte fé nos dias difíceis

nem gratidão nos dias simples.

Desejo um 2026 de proteção, presença e paz.

Feliz Ano Novo.

Seguindo nossa série para te ajudar a entender seu laudo, hoje falamos sobre o BI-RADS 2.

Quando o exame vem com BI-RADS 2, isso quer dizer que existe um achado, mas ele tem características totalmente benignas.

Pode ser um cisto simples, um fibroadenoma ou uma calcificação típica, todos muito comuns na mama e que não aumentam o risco de câncer.

É como o exame dizendo:

“encontrei algo, mas fique tranquila, isso não tem comportamento de risco.”

E por isso o BI-RADS 2 segue a mesma lógica do exame normal:

você só mantém o rastreamento indicado pela sua idade ou seu risco.

Nada de biópsia.

Nada de urgência.

Nada de repetir o exame antes da hora.

É apenas a imagem registrando algo do seu corpo que está dentro do esperado.

Agora quero te ouvir:

você já recebeu um BI-RADS 2 e ficou em dúvida sobre o que significava?

Ative as notificações dos posts para acompanhar o BI-RADS 3.

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Para 2026, eu queria te pedir uma coisa simples mas que muda tudo:

não deixe sua saúde para depois.

O corpo sempre fala antes do susto.

Antes do atraso no exame.

Antes do medo do resultado.

Antes do nódulo que aparece de repente.

E eu queria que você entrasse no ano novo com essa consciência:

a sua saúde não é um peso, é uma responsabilidade que te protege.

Queria que você levasse também a coragem de fazer perguntas, de não aceitar um laudo que não entendeu, de procurar ajuda quando algo não parece certo.

Porque você merece explicação.

Você merece clareza.

Você merece cuidado.

E, principalmente, queria que você levasse para 2026 a certeza de que você não precisa atravessar nada sozinha.

Nem uma dúvida, nem um exame, nem um diagnóstico.

Eu estarei aqui, traduzindo o que te assusta, explicando o que parece complicado, caminhando com você quando o medo quiser te paralisar.

Agora me diz…

o que você quer levar para o seu 2026?

Seguindo nossa série sobre BI-RADS, hoje vamos falar do BI-RADS 1

Seguindo nossa série sobre BI-RADS, hoje vamos falar do BI-RADS 1, o resultado que toda mulher gostaria de ver no laudo.

Quando o exame vem com BI-RADS 1, significa exatamente isso:

nenhuma alteração foi encontrada.

Nenhum nódulo, nenhum cisto, nenhuma área suspeita.

É o exame “normal”.

E isso não quer dizer apenas que está tudo bem agora.

Quer dizer também que você pode seguir sua rotina de rastreamento conforme sua idade e seu risco.

Mesmo assim, vale lembrar:

BI-RADS 1 não “desobriga” ninguém de manter seus exames em dia.

Ele apenas mostra que, naquele momento, sua mama está saudável na imagem que avaliamos.

E se você recebeu esse resultado, eu quero te ouvir:

como você se sente ao ver BI-RADS 1 no seu laudo?

Ativa as notificações dos posts, porque no próximo conteúdo vamos para o BI-RADS 2, e você vai começar a entender seu laudo de um jeito completamente diferente.

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Abrindo nossa série sobre BI-RADS

Abrindo nossa série sobre BI-RADS, aquelas letrinhas que aparecem no laudo e que deixam muita gente ansiosa.

BI-RADS 0 não significa que existe algo grave.

Não significa que “acharam algo ruim”.

Não significa que você precisa esperar o pior.

Ele quer dizer apenas uma coisa: “seu exame ainda não está completo”.

Às vezes a imagem não fica nítida o suficiente.

Às vezes falta um ângulo, uma compressão adicional, ou precisamos comparar com um exame anterior.

É como tirar uma foto borrada, você precisa refazer para ter certeza do que está vendo.

Depois que complementamos o exame, aí sim o laudo recebe a classificação definitiva (de 1 a 6), que mostra se o achado é normal, benigno ou se merece investigação.

E agora eu quero te ouvir:

Você já recebeu um BI-RADS 0? Como foi pra você lidar com essa incerteza?

Ativa as notificações dos posts para acompanhar o próximo conteúdo da série sobre BI-RADS.

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Ontem celebramos um marco na nossa história: a formatura ABC da nossa Giovanna!

São apenas as primeiras letras, mas representam o começo de todas as histórias que ela vai escrever.

Foram dias de descobertas, de aprender a dividir, sonhar, se expressar e enxergar o mundo com olhos curiosos.

Filha, que orgulho te ver crescendo com tanta luz e vontade de aprender.

Que essa seja só a primeira de muitas conquistas!

De A a Z… estaremos sempre aqui, vibrando por você.

Parabéns, nossa princesinha!

A palavra “mastectomia” ainda assusta, mas entender o que ela significa muda tudo.

Hoje, essa cirurgia é planejada com cada paciente, com o olhar conjunto da mastologia, oncologia e cirurgia plástica.

A escolha depende do tipo de tumor, do volume da mama, do desejo de reconstrução e, acima de tudo, da segurança.

O que antes era uma cirurgia mutiladora, hoje é um ato de preservação e reconstrução da vida.

Nem toda mulher com câncer de mama precisa fazer mastectomia.

Mas há situações em que essa é a escolha mais segura:

Tumores extensos em relação ao tamanho da mama.

Presença de múltiplos focos de câncer na mesma mama.

Recidiva (quando a doença retorna) após tratamento conservador.

Mutação genética (BRCA1/BRCA2) com alto risco de câncer — nesses casos, pode ser feita de forma profilática (preventiva).

A indicação de mastectomia depende desses fatores mas também depende do histórico familiar e na resposta ao tratamento.

As diretrizes da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e da NCCN (2024) reforçam que a cirurgia conservadora é segura sempre que possível, mas a mastectomia ainda é essencial em casos de múltiplos focos, recidiva ou mutações genéticas de alto risco.

Mais importante do que o tipo de cirurgia é a segurança oncológica.

E quando há chance de preservar a mama, ou reconstruí-la, esse é sempre o caminho.

O que é promessa e o que já é prática no tratamento do câncer de mama.

Muita coisa nova aparece nos noticiários e nas redes sociais, mas nem tudo já está disponível no consultório. É por isso que vale separar o que já faz parte do cuidado de hoje do que ainda está sendo estudado.

O que já é prática hoje:

– Os CDK4/6 foram aprovados para pacientes de maior risco, junto da hormonioterapia, e reduzem a chance da doença voltar.

– A imunoterapia já faz parte do tratamento do triplo-negativo inicial, usada antes da cirurgia e mantida depois.

– Os ADCs (anticorpos–droga conjugados), conhecidos como “quimio guiada”, já são realidade em vários cenários da doença avançada.

O que ainda é promessa:

– O ctDNA, um exame de sangue que tenta detectar a volta da doença antes da imagem, mostra potencial, mas ainda não muda condutas.

– O PHERGain, estudo com pacientes HER2 positivo, avalia se algumas podem receber menos quimioterapia sem perder segurança. Os resultados são animadores, mas ainda não é rotina.

Em resumo: algumas inovações você já pode conversar agora na consulta; outras merecem ser acompanhadas de perto, mas ainda não substituem o que funciona no presente.

Agora quero te ouvir… você tem mais curiosidade sobre as novas promessas ou sobre os tratamentos que já estão disponíveis?

Quando o assunto é câncer de mama, quase todo mundo pensa em nódulo.

Mas a verdade é que existem outros sinais que também importam e que muitas vezes são esquecidos.

Mudança na pele

Retração do mamilo

Saída espontânea de secreção

Assimetria ou alteração no formato

Nem sempre esses sinais significam câncer, mas todos eles merecem ser avaliados.

O mais importante é não deixar o tempo passar. Informação certa na hora certa pode salvar vidas.

No câncer de mama, não existe avanço sem dois lados.

De um lado, os benefícios: reduzir a chance da doença voltar, ganhar tempo de vida, mais precisão no cuidado.

Do outro, os custos: mais consultas, exames, tempo, possíveis efeitos colaterais que mudam a rotina.

É por isso que cada inovação serve para um grupo específico de pacientes.

Algumas mulheres de maior risco se beneficiam de terapias-alvo junto da hormonioterapia.

Outras podem ganhar com imunoterapia no triplo-negativo inicial.

E em casos muito favoráveis, alguns estudos mostram que até fazer menos — como mexer menos na axila ou não indicar radioterapia — pode ser seguro.

A chave é essa: decidir com calma, no seu cenário, com informação certa no tempo certo.

Nem tudo é para todas, mas sempre existe um caminho que protege você.

Agora quero te ouvir… se tivesse que escolher uma dúvida para levar na sua próxima consulta, qual seria?

IA e novas tecnologias estão revolucionando o combate ao câncer de mama.

E não é exagero: estamos vendo mudanças reais, tanto na forma de detectar mais cedo, quanto de tratar com mais precisão.

Nos exames, a inteligência artificial na mamografia já funciona como um segundo olhar. Ela ajuda a identificar alterações muito pequenas, que poderiam passar despercebidas, e ainda reduz falsos alarmes que só geram ansiedade. Não substitui o médico, mas aumenta a segurança.

Nos tratamentos, a ciência desenvolveu os chamados anticorpos–droga conjugados (ADCs). Eles funcionam como “quimioterapia guiada”: o anticorpo encontra a célula doente e libera o remédio dentro dela. Isso significa mais efeito onde precisa e menos impacto no resto do corpo.

Esses avanços não são promessas futuras — já estão mudando condutas no mundo todo.

E isso mostra que o cuidado em câncer de mama pode ser cada vez mais preciso, leve e humano.

Agora quero te ouvir… o que te dá mais esperança: exames mais inteligentes ou tratamentos mais direcionados?

Na correria de cirurgias, consultas e plantões, a gente poderia achar que são os livros

Na correria de cirurgias, consultas e plantões, a gente poderia achar que são os livros, os protocolos e os anos de experiência que nos ensinam mais sobre a vida.

Mas, na verdade, são elas.

Giovanna e Giulia.

São os sorrisos, as perguntas curiosas, as corridas no parque, os desenhos no papel e as histórias antes de dormir que nos lembram, todos os dias, do que realmente importa.

No Dia das Crianças, o que desejamos é que você também se permita aprender com os pequenos: que não existe problema tão grande que não possa ser enfrentado com coragem, nem rotina tão séria que não precise de espaço para rir.

E é por elas que seguimos cuidando de tantas famílias, sempre lembrando que, no fim das contas, a vida tem mais cor quando a gente não esquece a criança que habita dentro de nós.

Quando você ouve falar em tratamento do câncer de mama

Quando você ouve falar em tratamento do câncer de mama, pode parecer que existe uma “receita” única. Mas a verdade é que os estudos mais novos mostraram justamente o contrário: nem toda pessoa precisa do mesmo tratamento.

Por exemplo:

– Em tumores que respondem a hormônio, algumas mulheres de alto risco se beneficiam de um remédio-alvo junto com a hormonioterapia, mas em outras a hormonioterapia sozinha já dá conta.

– No triplo-negativo inicial, trazer a imunoterapia antes da cirurgia e manter depois aumentou a chance de viver mais.

– E há situações em que conseguimos fazer menos: em mulheres bem escolhidas, mexer menos na axila foi seguro, e em algumas de baixo risco, até deixar de fazer radioterapia não encurtou o tempo de vida.

Isso mostra a importância de olhar para cada detalhe do seu caso, porque não é sobre tratar demais ou de menos, é sobre tratar certo.

Agora quero te ouvir… se você pudesse tirar uma dúvida hoje, qual decisão te deixaria mais tranquila?

Pesquisa boa vira cuidado melhor.

Ela orienta quando poupar, quando intensificar e como planejar passos que respeitam seu corpo e sua rotina.

Informação clara + decisão compartilhada = mais segurança no caminho.

Conteúdo educativo. Cada caso exige avaliação individualizada.

Você sentiu dor na mama e o pensamento correu na frente.

Eu sei como isso aperta o peito e a cabeça ao mesmo tempo. Antes de decidir qualquer coisa, vale olhar o jeito dessa dor.

Na prática, o que mais vemos é dor ligada ao ciclo, à sustentação do sutiã e à tensão do dia. Ela costuma ir e voltar, às vezes pega as duas mamas ou uma área mais ampla, e melhora quando ajustamos sustentação, postura e pequenos hábitos. Esse é o comportamento que chamamos de funcional.

Acendemos o alerta quando a dor não passa e fica sempre no mesmo ponto, quando aparece com nódulo novo que não some ou quando há mudanças na pele (aspecto de “casca de laranja”) ou no mamilo (retração) e também se houver saída espontânea de sangue. Depois da menopausa, uma dor nova fora do ciclo também merece avaliação, porque já não temos a oscilação hormonal para explicar.

Na consulta, eu uno a sua história, o exame e, quando necessário, a imagem para escolher o caminho com você: às vezes observar com critério e ajustar conforto é o suficiente, às vezes pedimos exames, em alguns casos, investigamos mais a fundo.

Agora me conta em uma frase: O que mais te preocupa nessa dor agora?

Conteúdo educativo. Cada caso exige avaliação individualizada.

Aqui em casa, é ela quem lembra que presença vale mais do que presente

Aqui em casa, é ela quem lembra que presença vale mais do que presente, que escuta vale mais do que respostas prontas e que colo vale mais do que qualquer remédio.

Filha, obrigada por nos lembrar todos os dias do que realmente importa.

Que você cresça cercada de afeto e verdade. Que saiba que coragem não é não sentir medo, é caminhar acompanhada e que encontre espaço para ser quem você é.

Feliz aniversário Giovanna.

Às vezes o corpo treme, a mente acelera e a sala fica pequena.

Quando o laudo sai indicando câncer, o meu papel vai além de informar, interpretar exames e conduzir. Eu fico com você.

Faço de tudo para que você sinta que o diagnóstico não é uma sentença. O que vier pela frente, você não vai enfrentar sozinha.

O começo do cuidado passa também pela cabeça, pela forma como você reage e como a sua rede de apoio se faz presente.

Nessa hora, me pergunte devagar, sem pressa e sem aflição.

Quando você estiver pronta, a gente organiza os próximos passos, decide o que for necessário e cuida de você da melhor forma.

Se, mesmo assim, pensamentos ruins começarem a ganhar força, procure ajuda imediatamente: CVV 188 (24h) ou uma unidade de urgência.

Agora se você já passou ou está passando pelo tratamento, compartilha aqui embaixo a sua experiencia e o que tem te ajudado a enfrentar seu diagnostico.

Conteúdo educativo. Cada caso exige avaliação individualizada.

O período de amamentação está sendo difícil para você?

A dor pode surgir por ingurgimento, fissuras ou pega inadequada.

Mas não igone esse desconforto. Ajustes simples na posição do bebê, consultas com mastologista e cuidado com a rotina podem aliviar bastante.

Sentir dor não significa que você está fazendo algo errado. Cada mãe e bebe têm seu tempo de aprendizado, e buscar ajuda é um ato de cuidado consigo mesma e com o bebê.

Mastologista

CRM BA - 23602

Há 9 anos, escolhi viver o meu maior sonho: cuidar da saúde e da vida de tantas mulheres.

Desde então acompanho histórias de coragem, oferecendo cuidado, acolhimento e informação para que cada paciente se sinta segura e amparada.

Ser mastologista é estar presente nos momentos mais delicados e caminhar junto até que o sorriso volte ao rosto!

Mastologista

CRM BA - 23602

Agosto Dourado, porque o leite materno é ouro e cada gota carrega amor

Agosto Dourado, porque o leite materno é ouro e cada gota carrega amor, nutrição e vínculo.

Mas a verdade é que amamentar nem sempre é simples. Dói, cansa, exige apoio e, muitas vezes, orientação.

Como mastologista, acompanho de perto histórias de mulheres que, por trás de cada mamada, vivem desafios invisíveis, fissuras, dúvidas, inseguranças e culpa.

Por isso, nesse mês, o lembrete é simples, mas poderoso: Amamantar é um ato de coragem!

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