Daniela CanguçuMastologia e Cirurgia OncoplásticaAgendar
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Não me interprete mal, o autoexame tem o seu valor.

Conhecer as próprias mamas é importante, e perceber uma mudança fora da rotina de exames pode fazer diferença e ninguém vai te dizer pra parar de se tocar.

O problema é quando você palpa e não sente nada e fica com a sensação de que está tudo bem.

Só que o autoexame não consegue identificar tumores menores que um centímetro, e é exatamente nesse tamanho que o tratamento tem mais opções e melhores resultados.

A Sociedade Brasileira de Mastologia já não recomenda o autoexame como método de rastreamento há anos e o motivo é que o risco de uma mulher sair da palpação sem encontrar nada e concluir que não precisa de mamografia é alto demais.

Rastreamento de verdade envolve mamografia, e dependendo do seu perfil, ultrassom complementar.

Se você ainda não faz mamografia com regularidade porque apalpa e não sente nada, essa informação muda o que você precisa fazer agora.

Vídeo de 25 de julho de 2026 às 00:00

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O padrão da dor.

Dor que acompanha o ciclo menstrual, aparece nas duas mamas, some depois da menstruação e não tem um ponto fixo quase sempre tem origem hormonal e raramente exige investigação por imagem além do acompanhamento clínico.

Dor acíclica já é diferente. Ela não segue o ciclo, fica concentrada num ponto específico, volta no mesmo lugar todo mês ou muda de intensidade sem motivo aparente. Esse padrão tem diagnóstico diferencial que vai de cisto simples a câncer de mama, e ele precisa de avaliação com exame de imagem.

Saber que o padrão importa já muda como você descreve o sintoma quando chega até mim, e uma descrição precisa muda completamente a conduta.

Vídeo de 20 de julho de 2026 às 18:00

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Quando uma paciente faz quimioterapia antes da cirurgia

Quando uma paciente faz quimioterapia antes da cirurgia, o objetivo é reduzir o tumor para melhorar as opções cirúrgicas e em alguns casos o tumor responde tão bem ao tratamento que os exames de imagem não conseguem mais identificá-lo.

Isso tem nome clínico: resposta patológica completa.

O que muitas pacientes não entendem, e faz todo o sentido não entender sem que alguém explique, é que mesmo com resposta completa nos exames de imagem, a cirurgia continua sendo indicada no protocolo padrão atual.

O exame de imagem não enxerga células residuais microscópicas que podem permanecer no tecido mesmo quando o tumor visível desapareceu. A peça cirúrgica é o único exame que confirma com precisão se houve resposta patológica completa de fato.

Além disso, a quimioterapia neoadjuvante abre um caminho cirúrgico mais favorável. Tumores que antes exigiriam mastectomia podem, após a redução, ser tratados com cirurgia conservadora. Isso muda completamente o resultado para a paciente.

O planejamento cirúrgico após quimioterapia neoadjuvante é feito caso a caso, com base na resposta ao tratamento e no que é possível preservar.

Se você está nesse momento do tratamento e ainda não teve essa conversa, ela precisa acontecer agora.

Mastologista | Cirurgia Oncoplástica e Reconstrução Mamária

Publicação de 18 de julho de 2026 às 11:00

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Vídeo de 17 de julho de 2026 às 12:30

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Vídeo de 16 de julho de 2026 às 16:00

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Publicação de 8 de julho de 2026 às 13:00

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Vídeo de 6 de julho de 2026 às 20:00

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Vídeo de 2 de julho de 2026 às 23:30

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Vídeo de 28 de junho de 2026 às 20:00

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Quando o diagnóstico chega

Quando o diagnóstico chega, a primeira coisa que todo mundo ao redor começa a dizer é que você precisa ser forte.

E talvez hoje você não se sinta assim. Talvez hoje você só consiga chorar, ou ficar parada, ou não conseguir contar pra ninguém ainda.

Isso também é parte do processo e você não precisa performar coragem num momento em que o chão sumiu debaixo dos seus pés.

O que você precisa é de informação clara, de alguém que te guie com segurança.

A força vem depois, quando você entende o que está pela frente.

Por enquanto, você só precisa dar o próximo passo. Um de cada vez.

Quando a biópsia volta benigna, o alívio é real e faz sentido.

O resultado mostra que as células analisadas naquele fragmento não são malignas, e isso é relevante clinicamente.

O ponto que muitas mulheres desconhecem é que existem situações em que o resultado benigno não encerra a investigação.

A primeira delas é a discordância entre o laudo da biópsia e o que os exames de imagem mostravam: se o resultado benigno não explica a alteração que levou à indicação da biópsia, o protocolo recomenda nova avaliação.

A segunda envolve achados de atipia celular, que são alterações que não configuram câncer mas que aumentam o risco futuro e exigem seguimento diferenciado e mais próximo.

Quem define se a investigação continua ou se encerra com o resultado benigno é a mastologista que conhece o seu caso completo, e não apenas o laudo isolado.

Se você fez biópsia e recebeu resultado benigno, a consulta de retorno para interpretar esse resultado dentro do seu contexto clínico é parte obrigatória do processo.

Vídeo de 22 de junho de 2026 às 14:25

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Quando oncologia e reconstrução são pensadas pela mesma cabeça, no mesmo planejamento

Quando oncologia e reconstrução são pensadas pela mesma cabeça, no mesmo planejamento, antes mesmo de entrar no centro cirúrgico, o resultado muda de forma concreta.

A posição da cicatriz, a margem de segurança ao redor do tumor e o volume que vai ser reconstruído são calculados juntos, porque uma decisão afeta a outra. Separar esse planejamento em dois momentos, com dois profissionais diferentes, significa que o oncológico e o estético competem em vez de se complementar.

Na cirurgia oncoplástica, essa separação não existe. Oncologia e plástica acontecem no mesmo ato, pela mesma cirurgiã, com o mesmo plano desde o início.

Vídeo de 16 de junho de 2026 às 22:50

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Vídeo de 13 de junho de 2026 às 23:10

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Publicação de 12 de junho de 2026 às 16:30

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Vídeo de 10 de junho de 2026 às 19:00

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Publicação de 6 de junho de 2026 às 18:40

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Vídeo de 2 de junho de 2026 às 19:00

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Vídeo de 27 de maio de 2026 às 23:10

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Tem mulher que está com a mesma ginecologista há quinze anos

Tem mulher que está com a mesma ginecologista há quinze anos, confia nela de olhos fechados e por isso vai adiando a consulta com a mastologista achando que uma supre a outra.

Tem mulher que me encontrou, se sentiu cuidada, e cogitou ficar sem ginecologista porque achou que eu dava conta de tudo.

O problema é que a ginecologista cuida da sua saúde pélvica e reprodutiva, desde a adolescência até a menopausa, e até pode fazer o rastreamento inicial das mamas mas é a mastologista que cuida das mamas com a profundidade técnica de uma especialidade inteira dedicada a um único órgão.

Quando há qualquer alteração mamária, é a mastologista quem assume a investigação.

É preciso ter a clareza que nós duas precisamos andar juntas e unir forças pra que você tenha um cuidado realmente completo.

Aproveita e marca aqui sua Gine do coração pra ela saber o quanto você admira ela e que você entendeu esse recado.

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