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Câncer de mama em mulheres jovens

O que a Dra. Daniela já publicou sobre diagnóstico antes dos 40 e histórico familiar.

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A influenciadora Bruna Furlan de Nóbrega, neta de Carlos Alberto de Nóbrega

A influenciadora Bruna Furlan de Nóbrega, neta de Carlos Alberto de Nóbrega, revelou que foi diagnosticada com câncer de mama aos 24 anos.

O caso chocou muita gente porque ainda existe a ideia de que essa doença só aparece depois dos 40.

Esse caso nos lembra de algo muito importante:

o câncer de mama não tem uma idade mínima. Ele pode aparecer também em mulheres jovens, em algumas situações por fatores genéticos, hormonais ou tumores de comportamento mais agressivo e quando isso acontece, o impacto emocional e físico costuma ser ainda maior.

Receber essa notícia aos 24 anos pode parecer injusto e chocante e, de fato, é uma experiência que muda muitos planos.

Se esse tipo de diagnóstico te assusta ou causa dúvidas, saiba que existe informação, cuidado e acompanhamento técnico que respeita seu tempo e sua história.

Você não está sozinha.

E entender que câncer de mama pode acontecer em qualquer idade é um passo importante para agir com responsabilidade e acolhimento.

Me lembro dessa cena como se fosse hoje

Me lembro dessa cena como se fosse hoje, eu ainda no início da minha formação como médica mastologista e uma jovem ao meu lado com muita vontade de viver.

Ela não só me mostrou que eu estava no caminho certo, como me fez ter certeza de que não era só sobre a mastologia mas também, sobre acolhimento e afeto a uma paciente durante o tratamento do câncer de mama.

A melhor coisa, é que essa história teve um desfecho feliz. Essa paciente foi se reconectando com a própria força e hoje está bem.

Para mim, ver essa florescimento é um presente!

Se você está em tratamento contra o câncer de mama, siga firme e em frente, a cura está logo ali!

Mastologista

CRM BA - 23602

A ginecomastia é um aumento benigno da glândula mamária do homem.

Algumas vezes o padrão de desenvolvimento corporal favorece o desenvolvimento da ginecomastia, mas não necessariamente por transferência genética.

Quer saber mais sobre o assunto? Veja o post acima!

Mastologista

▫CRM BA - 23602

O câncer de mama hereditário é responsável por cerca de 10% dos casos entre as mulheres.

Uma série de genes mutantes herdados que podem aumentar a probabilidade de câncer de mama foram identificados.

Os mais conhecidos são os genes BRCA 1 e BRCA 2 do câncer de mama, que aumentam significativamente o risco de câncer de mama e de ovário.

Em casos de ocorrência de câncer de mama em familiares, o ideal é fazer acompanhamento com o mastologista.

Procure sua médica e converse sobre seu histórico familiar para que faça um acompanhamento mais de perto e preventivo.

Se cuida!

Em 1884, esta pintura causou muita polêmica em Paris.

O artista americano John Singer Sargent retratou uma jovem usando um vestido com pequenas tiras de joias como alças (na versão original as alças estão caídas) e um decote profundo que revelava grande extensão de seios, braços e ombros.

Um seio parcialmente exposto naquela época era aceitável em ambientes íntimos, bailes e jantares formais, mas escandalizou o público mais conservador ao ser apresentado em um grande salão de arte.

O quadro impactou profundamente a carreira do artista e a vida pessoal da jovem retratada. Depois de vários anos, o artista, dono de outras obras-primas, alterou sua pintura, entregou a um museu de NY sob o título Madame X, e reconheceu que este seria talvez o melhor de seus trabalhos.

O que você está fazendo neste ?

Se quer uma dica de série boa de assistir, recomendo MAID, uma história comovente de uma jovem mãe que enfrenta vários desafios em busca de sua independência e felicidade.

Apesar de ter como pano de fundo temas sociais densos, a história é linda e leve de assistir!

Difícil não se emocionar!

Se você ainda tem alguma dúvida, destrua de uma vez esse mito !

O Câncer de Mama é uma doença multifatorial e, embora alguns estudos associem algumas variações genéticas ao crescimento anormal das mamas, o risco de ter Câncer de Mama não pode ser medido de acordo ao volume da glândula.

Basta haver presença de tecido mamário para que a doença possa se desenvolver. Prova disso é a incidência do Câncer de Mama também em homens .

Agende uma avaliação.

As mamas são órgãos formados por tecidos glandulares, gordura e pele

As mamas são órgãos formados por tecidos glandulares, gordura e pele, e a flacidez mamária é parte de um processo natural que envolve fatores como genética, tamanho das mamas, envelhecimento e estilo de vida.

Com o passar dos anos, com a queda do estímulo hormonal, as glândulas mamárias são substituídas por gordura. Como o tecido adiposo ocupa mais espaço, há uma expansão da pele e os seios se tornam naturalmente mais flácidos.

Além do envelhecimento, as alterações na forma física fazem com que a pele perca parte da sua capacidade elástica. Outros hábitos de estilo de vida, como o tabagismo e excesso de sol também podem influenciar. Outros fatores importantes são a amamentação e a genética, determinantes na qualidade das fibras elásticas que sustentam as mamas.

A flacidez pode ser disfarçada, amenizada com alguns exercícios para a região peitoral ou até remodelada com o lifting de mamas. O importante é que a mulher entenda que tudo faz parte de um processo fisiológico e se sinta feliz e poderosa do jeito que escolher estar!

Muitas pacientes, em consultório, me perguntam sobre as estrias nas mamas.

Mesmo sendo um tema tratado pela Dermatologia, é importante saber que as estrias são cicatrizes que se formam quando há destruição de fibras elásticas na pele, normalmente causada por um estiramento que ocorre com o aumento de peso, gestação, puberdade, tratamento prolongado com corticoides via oral, alterações hormonais ou predisposição genética.

O ideal é sempre buscar ajuda médica para entender as causas de suas estrias e buscar o melhor tratamento. Lembrando que não existem pesquisas científicas mostrando que o uso de cremes e óleos previnam o surgimento de estrias mamárias, mas alguns tratamentos dermatológicos e bem orientados podem ajudar a minimizar a aparência e até eliminar algumas estrias.

De cada 8 a 10 mulheres, uma desenvolverá o Câncer de Mama ao longo de sua vida!

Mesmo com essa alta incidência, algumas pessoas ainda acreditam que apenas quem tem casos de Câncer de Mama na família podem desenvolver a doença. Não é verdade! Dados apontam que cerca de 90% das pacientes diagnosticadas não possuem nenhum histórico familiar. Já as mulheres que herdaram de sua família uma mutação nos genes BRCA1 e BRCA2, por exemplo, têm risco muito aumentado de desenvolver Câncer de Mama. Portanto, independentemente de ter casos na família, fique atenta e continue fazendo seu acompanhamento médico e exames.

Algumas mulheres podem nascer com uma predisposição maior de desenvolver tumores.

Cerca de 5% dos cânceres de mama se enquadram nesta situação. O mapeamento genético constata alteração em alguns genes, como os BRCA1 e BRCA2. Cerca de 55% a 65% das mulheres com a mutação no BRCA1 e 45% das mulheres com BRCA2 desenvolverão Câncer de Mama. Foi por causa do diagnóstico positivo para BRCA1 que a atriz Angelina Jolie se submeteu a uma cirurgia preventiva e retirou os seios. Mesmo sem o teste genético, mulheres com histórico familiar precisam permanecer sob contínuo e intensivo acompanhamento médico.

O câncer de mama é o tipo da doença mais comum entre as mulheres no mundo.

No Brasil, por ano, são contabilizados cerca de 57 mil novos casos da doença, com uma média assustadora de mortalidade que chega a 13 mil mulheres anualmente.

Há vários fatores de risco associados ao aparecimento do câncer de mama, sendo a idade um dos mais relevantes. Estima-se que quatro em cada cinco casos ocorram após os 50 anos.

Nos quadros acima, veja outros fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver a doença.

É importante lembrar: 1⃣ A mulher que possui um ou mais desses fatores genéticos/hereditários é considerada com risco elevado para desenvolver câncer de mama;

2⃣ A presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher necessariamente terá a doença.

Vamos falar sobre reposição hormonal?

Esta terapia - utilizada após menopausa -, vem sendo muito questionada nos últimos anos devido a seus possíveis efeitos colaterais.

Para indicar a reposição é preciso uma avaliação médica individualizada e criteriosa. É comprovado que ela traz melhorias na qualidade de vida da paciente, aliviando sintomas típicos como ondas de calor, oscilação de humor, insônia, perda de memória, dores articulares, tontura e queda na libido. Porém, existe um momento certo para entrar com os hormônios sintéticos, assim como um período estimado para sua duração, que deve ser o menor possível.

Os hormônios não são uma opção quando há histórico familiar ou pessoal de câncer de mama e do endométrio, trombose e/ou doenças cardiovasculares, justamente por aumentar os riscos de desenvolver esses problemas.

É importante lembrar às mulheres que há maneiras alternativas de lidar com os efeitos da menopausa, geralmente com atividades físicas e mudanças na alimentação.

Sempre me perguntam sobre a mastectomia preventiva

Sempre me perguntam sobre a mastectomia preventiva, quando mulheres com risco elevado de câncer de mama optam pela retirada do tecido mamário para reduzir as chances de desenvolver a doença em até 90%.

Existem diagnósticos que abrem possibilidades para a realização deste procedimento, após identificar com precisão os pacientes de alto risco. Mulheres com histórico familiar forte, com casos precoces da doença em parentes de primeiro e segundo grau, têm risco elevado de desenvolver câncer de mama. Além disso, através de uma análise genética, também é possível detectar possíveis mutações, como a dos genes BRCA1 e BRCA2, e identificar a probabilidade de adquirir um câncer de mama ao longo da vida.

O importante é saber que a mastectomia preventiva não é indicada para todos os casos e também não reduz completamente os riscos. Mesmo mulheres que se submetem à cirurgia devem manter a rotina de prevenção constante.

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Dra. Daniela Canguçu sentada, com as mãos no colo, olhando para a câmera