Daniela CanguçuMastologia e Cirurgia OncoplásticaAgendar
Tratamento

Cirurgia, reconstrução e acompanhamento

O que a Dra. Daniela já publicou sobre cirurgia, reconstrução e o cuidado que vem depois.

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Hoje estou na Jornada Nordeste de Mastologia

Hoje estou na Jornada Nordeste de Mastologia — e cada vez que volto a uma sala de congresso, lembro por que escolhi essa especialidade.

A Mastologia muda rápido. Novas evidências reescrevem condutas, técnicas cirúrgicas se refinam, tratamentos ficam mais precisos e menos agressivos. O que era padrão há poucos anos, hoje pode já não ser a melhor escolha.

Por isso, atualização não é um detalhe da carreira. É um compromisso com cada paciente.

Significa poder oferecer uma cirurgia que trata a doença e preserva a autoestima. Indicar o exame certo no momento certo. Evitar tratamentos desnecessários. E, acima de tudo, olhar para cada mulher com o melhor que a ciência tem a oferecer hoje, e não com o que aprendi ontem.

Estar aqui também é trocar experiências com colegas que dividem essa mesma inquietação: fazer sempre melhor.

Volto para o consultório com a mesma certeza de sempre: cuidar bem exige nunca parar de aprender.

Tem uma mudança enorme acontecendo dentro das salas de cirurgia no Brasil que pouca…

Tem uma mudança enorme acontecendo dentro das salas de cirurgia no Brasil que pouca gente percebe de fora.

Um levantamento que analisou mais de 161 mil cirurgias de câncer de mama no país entre 2016 e 2025 mostrou que a cirurgia conservadora já representa 94,4% dos procedimentos, enquanto a proporção de mastectomias caiu de quase 11% em 2016 pra pouco mais de 5% em 2025, um sinal claro de que preservar a mama virou o caminho mais comum no tratamento do câncer.

Toda vez que entro numa sala como essa pra operar, penso exatamente nisso, em como tirar o tumor com segurança sem precisar retirar a mama inteira, porque é isso que a maioria dos casos permite hoje.

Se alguém te disser que câncer de mama sempre termina em mastectomia, agora você sabe que os números contam outra história.

Estar na Jornada Brasileira de Oncoplastia não é sobre colecionar certificado.

É sobre entender que as técnicas evoluem, os protocolos mudam, a evidência científica se atualiza toda semana. E cada nova informação que eu trago para dentro do consultório é uma nova possibilidade de oferecer mais segurança, mais resultado estético, menos sequela, mais qualidade de vida para quem confia em mim o próprio corpo.

Porque é isso que a oncoplastia representa: a cirurgia não termina quando o câncer sai. Ela continua na cicatriz, na simetria, no olhar no espelho, na autoestima reconstruída. E isso exige de mim muito mais do que técnica cirúrgica — exige atualização constante, trabalho em rede com outros especialistas, e a humildade de continuar sendo aluna, sempre.

Cada troca com colegas, cada discussão de caso, cada estudo novo que discuto aqui é, no fundo, um cuidado antecipado com cada uma de vocês que ainda vou atender. Vocês não veem essas horas de estudo — mas sentem o resultado delas.

Voltar de uma jornada como essa é voltar mais preparada — e isso é um presente que eu trago para cada consulta, cada cirurgia, cada decisão compartilhada com minhas pacientes.

Quando uma paciente faz quimioterapia antes da cirurgia

Quando uma paciente faz quimioterapia antes da cirurgia, o objetivo é reduzir o tumor para melhorar as opções cirúrgicas e em alguns casos o tumor responde tão bem ao tratamento que os exames de imagem não conseguem mais identificá-lo.

Isso tem nome clínico: resposta patológica completa.

O que muitas pacientes não entendem, e faz todo o sentido não entender sem que alguém explique, é que mesmo com resposta completa nos exames de imagem, a cirurgia continua sendo indicada no protocolo padrão atual.

O exame de imagem não enxerga células residuais microscópicas que podem permanecer no tecido mesmo quando o tumor visível desapareceu. A peça cirúrgica é o único exame que confirma com precisão se houve resposta patológica completa de fato.

Além disso, a quimioterapia neoadjuvante abre um caminho cirúrgico mais favorável. Tumores que antes exigiriam mastectomia podem, após a redução, ser tratados com cirurgia conservadora. Isso muda completamente o resultado para a paciente.

O planejamento cirúrgico após quimioterapia neoadjuvante é feito caso a caso, com base na resposta ao tratamento e no que é possível preservar.

Se você está nesse momento do tratamento e ainda não teve essa conversa, ela precisa acontecer agora.

Mastologista | Cirurgia Oncoplástica e Reconstrução Mamária

A imagem que a maioria das mulheres tem quando recebe um diagnóstico de câncer de mama…

A imagem que a maioria das mulheres tem quando recebe um diagnóstico de câncer de mama ainda é a mesma, perder a mama.

Mas a prática cirúrgica mudou de forma expressiva nas últimas décadas.

Quando combinada com a técnica oncoplástica, a cirurgia conservadora remove o tumor com margem de segurança adequada e reconstrói o volume da mama no mesmo ato cirúrgico. O resultado oncológico nos casos indicados é equivalente ao da mastectomia, com a diferença de que a paciente acorda com a mama preservada.

A indicação depende do estadiamento e da relação entre o tamanho do tumor e o volume da mama, avaliados caso a caso. Para a maioria das pacientes diagnosticadas em estágio inicial, a preservação é tecnicamente possível e oncologicamente segura.

Se você recebeu diagnóstico recente e não teve essa conversa ainda, ela precisa acontecer antes de qualquer decisão cirúrgica.

Mastologista | Cirurgia Oncoplástica e Reconstrução Mamária

Porque está com medo do que pode vir no resultado

Porque está com medo do que pode vir no resultado, porque a vida está corrida e você vai marcar semana que vem, ou porque enquanto não sabe dá pra fingir que está tudo bem.

Eu entendo cada uma dessas razões e preciso te dizer que todas elas fazem sentido mas que nenhuma delas justifica continuar adiando.

O que eu vejo no consultório são mulheres que chegaram cedo e ainda tinham muitas opções cirúrgicas disponíveis e mulheres que esperaram e chegaram com um caminho muito mais difícil pela frente.

A consulta te dá clareza sobre o que está acontecendo, e clareza é o que permite agir da melhor forma pra você.

Se você está lendo isso e já sabe que deveria ter marcado faz tempo, aproveita esse conteúdo e agenda sua consulta.

Mastologista | Cirurgia Oncoplástica e Reconstrução Mamária

Quando oncologia e reconstrução são pensadas pela mesma cabeça, no mesmo planejamento

Quando oncologia e reconstrução são pensadas pela mesma cabeça, no mesmo planejamento, antes mesmo de entrar no centro cirúrgico, o resultado muda de forma concreta.

A posição da cicatriz, a margem de segurança ao redor do tumor e o volume que vai ser reconstruído são calculados juntos, porque uma decisão afeta a outra. Separar esse planejamento em dois momentos, com dois profissionais diferentes, significa que o oncológico e o estético competem em vez de se complementar.

Na cirurgia oncoplástica, essa separação não existe. Oncologia e plástica acontecem no mesmo ato, pela mesma cirurgiã, com o mesmo plano desde o início.

A radioterapia transforma a pele de um jeito que muda completamente o que é possível…

A radioterapia transforma a pele de um jeito que muda completamente o que é possível fazer na reconstrução mamária depois dela.

A pele irradiada perde elasticidade, tem vascularização reduzida e tolera muito menos um implante, e a Revista Brasileira de Cirurgia Plástica publicou dados mostrando taxa de falha de até 50% em reconstruções com prótese realizadas em campo irradiado.

A reconstrução continua sendo possível, e o que muda é a técnica.

O tecido autólogo, como o retalho do grande dorsal ou o retalho abdominal, responde significativamente melhor em campo irradiado porque traz pele nova e vascularização nova para uma região que o tratamento comprometeu.

A redução nas complicações quando se usa tecido próprio está documentada em revisão sistemática envolvendo 31 estudos publicados na mesma revista.

Se você fez radioterapia e está pensando em reconstrução, o planejamento cirúrgico precisa considerar esse histórico desde o início.

A técnica certa nesse cenário é a que respeita o que o tratamento fez no seu corpo.

Desde 2018, a Lei 13.770 garante que toda mulher com câncer de mama tenha o direito à…

Desde 2018, a Lei 13.770 garante que toda mulher com câncer de mama tenha o direito à reconstrução mamária, tanto pelo SUS quanto pelos planos de saúde.

Mas o que a lei não garante é que alguém vai sentar com você e explicar o que cada técnica significa na prática.

As principais opções são quatro.

A primeira opção é a prótese de silicone. A gente retira a mama e coloca o implante no mesmo ato cirúrgico ou num segundo momento. Recuperação mais rápida, técnica mais usada. A limitação aparece quando houve radioterapia, porque a pele irradiada tolera menos o implante.

A segunda é o expansor de tecido. Em vez da prótese definitiva direto, a gente coloca um balão que vai sendo preenchido aos poucos nas consultas, expandindo a pele gradualmente. É o caminho quando a pele ficou comprometida depois da mastectomia.

A terceira e a quarta usam tecido do seu próprio corpo. No retalho do grande dorsal, o tecido vem das costas. No retalho abdominal, vem da barriga. A cirurgia é maior, a recuperação é mais longa, mas o resultado envelhece junto com você e responde melhor à radioterapia.

A escolha certa depende do seu corpo, do tratamento oncológico, do tipo de mastectomia e do que faz sentido pra sua vida.

Isso é o que a gente define juntas na consulta.

Marie Curie descobriu a radioatividade.

Trabalhou com ela por décadas, sem proteção, porque a ciência ainda não entendia o que estava construindo. Morreu em 1934 de anemia aplástica, provavelmente causada pela exposição prolongada à radiação que ela própria trouxe ao mundo.

Foi a única pessoa na história a receber dois Prêmios Nobel em ciências diferentes. Física, em 1903. Química, em 1911.

Hoje, essa mesma radiação, controlada, dosada, baseada em décadas de ciência acumulada, é o que permite que a mamografia encontre um tumor antes de qualquer sintoma. É o que a radioterapia usa para tratar o que a cirurgia não alcança.

O que ela pagou com a vida, nós aprendemos a usar para proteger outras vidas.

Saúde da mulher não é campanha de um dia. É ciência construída ao longo de séculos, muitas vezes por mulheres que não viveram para ver o resultado do que descobriram.

Hoje é o Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher. E eu escolhi lembrá-lo assim.

Receber o diagnóstico de câncer de mama é um dos momentos mais assustadores que uma…

Receber o diagnóstico de câncer de mama é um dos momentos mais assustadores que uma mulher pode viver. O mundo para. E a cabeça vai para os piores lugares antes de qualquer conversa com o médico.

Esse carrossel existe para organizar o que vem depois.

O diagnóstico confirmado não é o fim. É o começo de um plano. O estadiamento define o que está sendo tratado e orienta cada decisão: quais cirurgias são possíveis, se a mama pode ser preservada, se a quimioterapia vem antes ou depois da cirurgia, se a reconstrução pode ser imediata.

Na maioria dos casos é possível preservar a mama. A mastectomia radical não é mais o padrão. É a exceção. E quando ela é necessária, a reconstrução pode acontecer no mesmo ato cirúrgico.

Cada etapa tem uma razão. Nada é aleatório. E você não precisa entender tudo de uma vez. Precisa saber que existe um caminho, e que você não vai percorrê-lo sozinha.

Se você recebeu esse diagnóstico recentemente, ou conhece alguém que recebeu, esse é o momento de conversar com uma mastologista. Não para ter todas as respostas agora. Para saber qual é o próximo passo.

A caneta que detecta célula de câncer passou no Fantástico.

Para quem opera câncer toda semana, essa tecnologia não é novidade de fim de semana. É uma das pesquisas mais importantes para o futuro das cirurgias oncológicas.

A MasSpec Pen foi criada pela química brasileira Lívia Schiavinato Eberlin, formada na Unicamp. O cirurgião encosta a ponta no tecido, uma microgota de água extrai as moléculas daquela região, um espectrômetro de massa analisa em tempo real e a inteligência artificial responde: câncer ou tecido saudável. Em 10 segundos.

Em 2023, um estudo publicado na JAMA Surgery com 102 pacientes em cirurgias de tireoide e paratireoide confirmou precisão superior a 92%. A caneta diferenciou tecidos muito semelhantes em tempo real, evitando a retirada acidental de glândulas saudáveis, algo que ocorre em até 25% das cirurgias tradicionais. Agora está sendo testada pela primeira vez no Brasil, no Hospital Albert Einstein, com 60 pacientes.

Os próximos testes incluem tumores de mama. Ainda não está disponível para uso rotineiro. Mas a ciência está construindo isso agora. Por uma brasileira formada no Brasil.

781 mil pessoas vão desenvolver câncer no Brasil só este ano.

Esse é o número oficial do INCA para 2026.

Entre as mulheres, o câncer de mama lidera os diagnósticos. Representa 30% de todos os casos de câncer feminino no país e é o tipo que mais mata mulheres brasileiras.

O que a ciência também confirma é que o momento do diagnóstico muda tudo. O estágio em que o câncer é encontrado determina quais cirurgias são possíveis, se a mama pode ser preservada, se a quimioterapia vem antes ou depois, se a reconstrução pode ser imediata. Cada uma dessas decisões começa muito antes do diagnóstico. Começa no acompanhamento regular com mastologista.

Se você tem 40 anos ou mais e não faz rastreamento, esse número existe para te lembrar que o melhor momento para começar é agora.

Uma das coisas que mais me impacta no consultório é atender mulheres que fizeram…

Uma das coisas que mais me impacta no consultório é atender mulheres que fizeram mastectomia sem saber que a reconstrução imediata era uma opção para elas.

Que passaram meses, às vezes anos, sem a mama, não porque era o único caminho, mas porque ninguém apresentou as alternativas antes da cirurgia.

A reconstrução mamária imediata é realizada no mesmo procedimento da mastectomia. A paciente acorda sem o tumor e com a mama reconstruída. Não é uma segunda cirurgia, não é um procedimento separado, é tudo feito de uma vez, quando clinicamente possível.

Nem toda paciente é candidata. O tipo de tumor, o estadiamento, as características individuais da mama e o tratamento complementar necessário influenciam diretamente essa decisão. Mas quando é possível, o impacto na recuperação física e emocional da mulher é completamente diferente.

É exatamente por isso que essa conversa precisa acontecer antes da cirurgia. Com tempo, com calma, com todas as informações na mesa.

Se você tem diagnóstico em mãos e ainda não conversou sobre reconstrução imediata, você pode estar prestes a tomar uma decisão sem saber de todas as opções disponíveis para o seu caso.

Me chama antes de decidir.

Desde que entrei na medicina, eu sabia que queria estar no centro cirúrgico.

Não no consultório apenas. Na cirurgia.

Foi quando fiz residência no Aristides Maltez que entendi por quê. Porque ali eu percebi que o que eu retiro numa cirurgia não é só um tumor. É o medo que essa mulher carregou desde o diagnóstico. É a noite que ela não dormiu imaginando o pior. É o peso de não saber o que vem depois.

Hoje, quando entro no centro cirúrgico, eu penso nisso. Penso na mulher que está ali confiando em mim com o que tem de mais precioso. E opero com tudo que tenho.

É aqui que eu me sinto mais inteira como médica.

Reconstrução mamária não é vaidade.

É devolver dignidade.

Quando você passa por uma mastectomia, não perde apenas a mama. Você perde parte da forma como se vê no espelho, da sua feminilidade, da sua confiança.

E ouvir que "o importante é estar viva" não diminui a dor de olhar para o próprio corpo e não se reconhecer.

A reconstrução mamária existe exatamente para isso. Para devolver não apenas a mama, mas o controle sobre o seu corpo e sobre como você quer se sentir.

Pode ser feita no mesmo dia da mastectomia ou meses, até anos depois. Com prótese ou com o seu próprio tecido. Cada mulher escolhe o que faz sentido para ela.

Não é superficial querer se sentir inteira de novo. É humano.

E você merece ter essa escolha.

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Sol de Salvador + cicatriz recente = combinação perigosa.

Se você fez cirurgia de mama nos últimos 6 meses e está pensando em curtir o Carnaval, precisa saber disso:

A pele da cicatriz está em processo de cicatrização e produz melanina em excesso quando exposta ao sol. O resultado é hiperpigmentação, aquela mancha escura que pode ser permanente.

Nos primeiros 30 dias:

Zero sol. Nem com protetor. Nem coberto com roupa. A cicatriz precisa estar completamente protegida da exposição solar.

De 30 dias a 6 meses:

Protetor solar FPS 50+ (reaplicar a cada 2 horas) + cobertura física (roupa, micropore, bandagem). Evitar sol direto entre 10h e 16h.

De 6 a 12 meses:

Manter protetor FPS 50+ sempre que a cicatriz for exposta ao sol. A cicatriz ainda está amadurecendo.

O Carnaval de Salvador é sol intenso, suor, folia. Se sua cicatriz é recente, você precisa proteger.

Porque se manchar agora, pode não ter volta.

Tratar hiperpigmentação depois é caro, demorado e nem sempre resolve completamente. Laser, agentes clareadores, procedimentos... tudo isso poderia ser evitado com proteção adequada hoje.

Então curta o Carnaval. Mas cuida da sua cicatriz. Seu "eu" do futuro agradece.

Mastologista

ama

Hoje é Dia do Profissional Mastologista.

E eu quero contar pra você por que eu escolhi essa especialidade.

Sempre quis fazer medicina. Meu pai era médico. Mas no meio da faculdade, eu entendi: não queria ser médica clínica. Queria agir. Queria estar no centro cirúrgico.

E foi na residência no Hospital Aristides Maltez que eu encontrei a mastologia.

Ali eu vi que câncer de mama não é apenas doença. É identidade. É feminilidade. É maternidade. É a vida inteira de uma mulher condensada em um diagnóstico.

Depois da residência, eu poderia ter escolhido o caminho mais confortável. Mas escolhi me especializar em cirurgia oncoplástica e reconstrução mamária, as áreas mais complexas, mais longas, mais emocionalmente intensas.

Por quê?

Porque ali estava o impacto real. A diferença entre uma mulher que perde a mama e se perde junto e uma mulher que se reconstrói inteira.

E quando a maternidade chegou (Giovanna e Giulia), tudo ganhou ainda mais sentido.

Hoje, quando uma mulher com câncer chega assustada no meu consultório, eu não vejo apenas uma paciente. Eu vejo uma mãe, uma filha, uma esposa, uma mulher com vida inteira pela frente.

E é por isso que eu faço o que faço: para estar presente no momento mais assustador e transformar esse momento em um caminho seguro.

Feliz Dia do Mastologista para todos nós que escolhemos cuidar de mulheres inteiras.

Mastologista

A decisão mais difícil que você pode ter que tomar não é sobre qual cirurgia fazer ou…

A decisão mais difícil que você pode ter que tomar não é sobre qual cirurgia fazer ou qual tratamento escolher.

É sobre olhar pra aquele diagnóstico de câncer de mama e decidir: eu vou enfrentar isso. Eu vou fazer o tratamento.

Porque entre receber o diagnóstico e começar o tratamento, existe um abismo. E nesse abismo mora o medo.

Medo da cirurgia. Medo de perder a mama. Medo da quimioterapia. Medo de sofrer. Medo de morrer.

E eu entendo que, nesse momento, a vontade é de fugir. De fingir que não está acontecendo. De adiar só mais um pouquinho.

Mas aqui está a verdade que eu preciso te dizer: quanto mais você adia, mais o medo cresce. E quanto mais o medo cresce, mais difícil fica dar esse primeiro passo.

Então se você está nesse momento agora, se você recebeu o diagnóstico e está travada, eu quero que você saiba de uma coisa.

Você não precisa ter coragem pra começar. Você só precisa dar o próximo passo. Um de cada vez.

E eu vou estar com você em cada um deles.

Porque a decisão de seguir em frente não precisa ser solitária. Ela pode ser acompanhada. Segura. Humana.

Então vem. A gente passa por isso juntas.

Existem momentos em que preservar a mama não é seguro e isso não significa perda

Existem momentos em que preservar a mama não é seguro e isso não significa perda, mas priorizar pela sua vida.

Nem sempre é possível realizar uma cirurgia conservadora (como a quadrantectomia).

Essas situações incluem:

Tumores muito grandes em relação ao tamanho da mama.

Múltiplos focos de câncer espalhados pela mama.

Comprometimento da pele ou do mamilo.

Retorno da doença (recidiva) após cirurgia conservadora.

Contraindicação à radioterapia, que é parte essencial do tratamento após a quadrantectomia.

As diretrizes da SBM (2023) e da NCCN (2024) mostram que essa decisão aumenta as chances de controle local da doença e pode ser associada à reconstrução imediata, garantindo também bem-estar físico e emocional.

Cada caso é único.

E cada mulher merece uma explicação clara, um plano individual e o tempo certo para se olhar de novo com confiança.

Depois da cirurgia de mama, o acompanhamento é uma parte fundamental do tratamento.

Nas primeiras semanas, as consultas servem para avaliar o processo de cicatrização, a drenagem, o movimento do braço e o controle da dor.

Com o tempo, as revisões passam a ter outro foco: garantir que não haja sinais de recidiva e acompanhar os efeitos da radioterapia, da quimioterapia e da reconstrução, quando ela é feita.

A periodicidade varia conforme o caso, geralmente a cada 3 a 6 meses nos primeiros 2 anos, e depois, anualmente.

Durante essas consultas, fazemos exame físico detalhado e pedimos exames de imagem, como mamografia, ultrassonografia ou ressonância, dependendo do tipo de cirurgia e do histórico da paciente.

Essas etapas seguem as diretrizes da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), do NCCN (2024) e do INCA, que reforçam a importância do seguimento clínico individualizado.

O acompanhamento é tão importante quanto o diagnóstico precoce.

Ele é o que permite detectar alterações ainda em estágio inicial e garantir a melhor qualidade de vida possível após o tratamento.

A palavra “mastectomia” ainda assusta, mas entender o que ela significa muda tudo.

Hoje, essa cirurgia é planejada com cada paciente, com o olhar conjunto da mastologia, oncologia e cirurgia plástica.

A escolha depende do tipo de tumor, do volume da mama, do desejo de reconstrução e, acima de tudo, da segurança.

O que antes era uma cirurgia mutiladora, hoje é um ato de preservação e reconstrução da vida.

Você sabia que o diabetes pode interferir tanto na prevenção quanto no tratamento do…

Você sabia que o diabetes pode interferir tanto na prevenção quanto no tratamento do câncer de mama?

Pesquisas mostram que mulheres com diabetes tipo 2 têm até 16% mais risco de desenvolver câncer de mama.

Isso acontece porque o excesso de insulina e a inflamação crônica criam um ambiente que facilita o crescimento celular descontrolado.

Além disso, no pós-operatório, o controle glicêmico é fundamental para evitar infecções e ajudar na cicatrização, especialmente em reconstruções mamárias.

Mas a boa notícia é que, com acompanhamento adequado e controle metabólico, os resultados cirúrgicos e oncológicos podem ser excelentes.

Falar sobre isso é importante porque cuidar do metabolismo também é cuidar da mama.

Fontes: Frontiers in Endocrinology, 2023; PMC, 2011; JPRAS, 2022.

Durante muito tempo, acreditou-se que retirar toda a mama era o tratamento mais seguro…

Durante muito tempo, acreditou-se que retirar toda a mama era o tratamento mais seguro para o câncer de mama.

Mas o avanço da oncologia e da mastologia moderna mostrou que a segurança do tratamento não depende da extensão da cirurgia, e sim da associação entre diagnóstico precoce, margens livres e tratamento complementar adequado.

Em casos selecionados, geralmente quando o tumor é pequeno em relação ao volume da mama, há possibilidade de obter margens cirúrgicas livres e a paciente pode realizar radioterapia, a cirurgia conservadora (ou quadrantectomia) oferece a mesma taxa de sobrevida e controle local da doença que a mastectomia total.

Esses resultados foram comprovados em diversos estudos internacionais, como o NSABP B-06 (Fisher et al., NEJM, 2002), e estão incluídos nas Diretrizes da Sociedade Brasileira de Mastologia (2023) e da NCCN (2024).

Em outras palavras:

A cirurgia conservadora não é uma alternativa menos segura, mas sim uma escolha baseada em critérios clínicos, anatômicos e oncológicos.

O foco é tratar o câncer com a mesma eficácia, preservando, quando possível, a forma e a autoestima da paciente.

Cada caso é único. A decisão entre cirurgia conservadora e mastectomia deve ser feita com base em avaliação individualizada, imagem detalhada e discussão multidisciplinar.

Nem toda mulher com câncer de mama precisa fazer mastectomia.

Mas há situações em que essa é a escolha mais segura:

Tumores extensos em relação ao tamanho da mama.

Presença de múltiplos focos de câncer na mesma mama.

Recidiva (quando a doença retorna) após tratamento conservador.

Mutação genética (BRCA1/BRCA2) com alto risco de câncer — nesses casos, pode ser feita de forma profilática (preventiva).

A indicação de mastectomia depende desses fatores mas também depende do histórico familiar e na resposta ao tratamento.

As diretrizes da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e da NCCN (2024) reforçam que a cirurgia conservadora é segura sempre que possível, mas a mastectomia ainda é essencial em casos de múltiplos focos, recidiva ou mutações genéticas de alto risco.

Mais importante do que o tipo de cirurgia é a segurança oncológica.

E quando há chance de preservar a mama, ou reconstruí-la, esse é sempre o caminho.

Quando você ouve falar em tratamento do câncer de mama

Quando você ouve falar em tratamento do câncer de mama, pode parecer que existe uma “receita” única. Mas a verdade é que os estudos mais novos mostraram justamente o contrário: nem toda pessoa precisa do mesmo tratamento.

Por exemplo:

– Em tumores que respondem a hormônio, algumas mulheres de alto risco se beneficiam de um remédio-alvo junto com a hormonioterapia, mas em outras a hormonioterapia sozinha já dá conta.

– No triplo-negativo inicial, trazer a imunoterapia antes da cirurgia e manter depois aumentou a chance de viver mais.

– E há situações em que conseguimos fazer menos: em mulheres bem escolhidas, mexer menos na axila foi seguro, e em algumas de baixo risco, até deixar de fazer radioterapia não encurtou o tempo de vida.

Isso mostra a importância de olhar para cada detalhe do seu caso, porque não é sobre tratar demais ou de menos, é sobre tratar certo.

Agora quero te ouvir… se você pudesse tirar uma dúvida hoje, qual decisão te deixaria mais tranquila?

3 cuidados essenciais que nunca abro mão na sua cirurgia

Existem detalhes que fazem toda a diferença na sua segurança — e esses três eu levo muito a sério:

Confirmar tudo com você antes do procedimento: nome, lado certo, procedimento certo. Isso evita confusões e aumenta muito a segurança.

Checar laudos e identificações com atenção: cada exame seu tem que fazer sentido com a sua história. Se algo não bate, eu reavalio.

Contagem rigorosa de materiais: tudo é conferido antes, durante e depois da cirurgia para garantir que nada seja esquecido.

Esses cuidados não são "burocracia". São parte do meu compromisso com você, do primeiro atendimento até a alta.

E você? O que te deixaria mais segura antes de uma cirurgia?

Conteúdo educativo. Cada caso exige avaliação individualizada.

E em meio a tantas decisões difíceis

E em meio a tantas decisões difíceis, existe uma dúvida que muitas mulheres carregam em silêncio: “Será que ainda vou poder ser mãe?”

E a resposta é: sim. Esse não precisa ser o fim do sonho da maternidade.

Quimioterapia, radioterapia e até algumas cirurgias podem impactar os ovários e reduzir a chance de engravidar naturalmente.

Mas hoje já é possível preservar os óvulos antes de começar o tratamento.

Uma conversa antecipada com o seu médico(a) mastologista, pode fazer toda a diferença no futuro.

O problema é que, em meio ao susto do diagnóstico, nem sempre esse assunto é abordado.

E muitas mulheres só descobrem as possibilidades depois que o tempo passou.

Se você acabou de receber um diagnóstico, saiba que: ainda dá tempo de cuidar da sua fertilidade.

Falar sobre isso não é egoísmo, é autocuidado.

Você pode lutar pela vida e, ao mesmo tempo, proteger seus sonhos.

Aqui, eu acolho sua história por inteiro!

Mastologista

CRM BA - 23602

Essa é uma pergunta que muitas pacientes me fazem

Essa é uma pergunta que muitas pacientes me fazem, e ela carrega toda a esperança e a coragem de quem enfrentou uma grande batalha.

A resposta envolve um cuidado continuo e a compreensão de que cada história é única.

É importante saber que, após 5 anos, o risco de recorrência diminui, e pode ser considerado uma marca de sucesso no tratamento.

Porém, o acompanhamento regular continua sendo essencial para cuidar da saúde de forma integral e preventiva.

Mastologista

CRM BA - 23602

Tenho que confessar para vocês que a cirurgia plástica é o procedimento que eu mais…

Tenho que confessar para vocês que a cirurgia plástica é o procedimento que eu mais admiro.

Isso porque ela é uma aliada essencial no tratamento do câncer de mama, e é através dela que eu consigo devolver a autoestima e confiança para as minhas pacientes.

Cada etapa dessa cirurgia é pensada para que a paciente se sinta mais completa e segura ao longo do processo.

Que tal conhecer mais sobre o papel da cirurgia plástica no tratamento do câncer de mama? Vamos conversar!

Mastologista

CRM BA - 23602

Cada cicatriz conta uma história de força, superação e renascimento.

A vida continua após o câncer de mama, e ela pode ser cheia de novos recomeços, sorrisos e momentos preciosos.

Quero dizer a todas as guerreiras que estão nessa jornada, lembrem-se sempre que: o futuro é feito de esperança e coragem.

Estou a sua disposição para te ajudar nessa batalha!

Mastologista

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A cirurgia de ginecomastia é uma solução eficaz para homens que sofrem com o crescimento…

A cirurgia de ginecomastia é uma solução eficaz para homens que sofrem com o crescimento excessivo do tecido mamário.

Porém, assim como toda cirurgia, a ginecomastia também tem seus prós e contras.

Prós: resultados definitivos proporcionando uma redução no tamanho dos seios, melhora da autoestima, recuperação relativamente tranquila e cicatrizes pequenas;

Contras: tempo de recuperação extenso usando uma cinta compressiva por 30 a 45 dias, mesmo pequenas as cicatrizes podem ser visíveis, dependendo da genética e dos cuidados pós-operatório.

Lembre-se sempre de consultar um médico mastologista para avaliar a situação específica e tomar a melhor decisão!

Mastologista

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O carcinoma mamário é um tipo de câncer que se origina nas células do tecido mamário.

É a forma mais comum de câncer entre as mulheres, mas também pode afetar homens.

Existem diversos tipos de carcinoma mamário, sendo os mais comuns o carcinoma ductal e o carcinoma lobular. Sintomas podem incluir nódulos, alterações na pele da mama e secreção anormal.

A detecção precoce é crucial para o tratamento eficaz, que pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia hormonal.

A mamografia regular é uma ferramenta essencial na prevenção e diagnóstico precoce.

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Você já ouviu falar no seroma?

Composto por plasma sanguíneo, linfa e soro fisiológico, o seroma é relativamente comum no pós cirúrgico de procedimentos onde houve corte considerável de pele e tecido gorduroso.

É um líquido, não é viscoso e nem purulento, o seroma em si não é considerado um problema, pois é uma reação natural do organismo durante o processo de cicatrização.

Quer saber mais? Veja o post acima!

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Algumas pacientes diagnosticadas com câncer de mama precisam ser submetidas à mastectomia

Algumas pacientes diagnosticadas com câncer de mama precisam ser submetidas à mastectomia, uma intervenção cirúrgica que consiste na retirada total.

Para minimizar os efeitos desse procedimento, as mulheres podem optar pela realização da reconstrução de mama após a mastectomia, a fim de restaurar a sua autoestima.

A cirurgia reparadora para reconstrução de mama após a mastectomia é capaz de restaurar a forma, aparência e tamanho do seio, trazendo qualidade de vida, autoestima e autoconfiança para a paciente.

Quer saber mais detalhes? Veja o post acima!

Mastologista

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A grande dúvida das mulheres é saber qual relação o câncer de mama pode ter com a…

A grande dúvida das mulheres é saber qual relação o câncer de mama pode ter com a fertilidade.

O câncer de mama costuma ser mais comum em mulheres acima dos 50 anos. Em 10% dos casos, no entanto, a doença surge uma década antes e a preocupação sobre o quanto o tratamento pode impactar na fertilidade passa a ser extrema.

A questão é que, caso a paciente receba a indicação da quimioterapia, há um risco de que a medicação comprometa a reserva de óvulos. No caso da cirurgia e da radioterapia, o impacto na fertilidade é menor.

Mas eu tenho uma boa notícia! A genética pode ser uma grande aliada se você deseja engravidar após o tratamento. Uma das possibilidades oferecida é a coleta e congelamento dos óvulos antes da quimioterapia.

Por isso, é importante esclarecer tudo ao seu médico antes mesmo de inciar o tratamento!

Mastologista

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Ter os seios caídos pode ser algo comum

Ter os seios caídos pode ser algo comum, considerando diversos fatores como excesso de peso e efeitos da idade.

Mas na atualidade em que vivemos, existem alguns procedimentos que podem resolver o problema.

Se você não quiser recorrer a cirurgias, a melhor forma é começar prevenindo a queda dos seios, e como você pode fazer isso? Veja no post acima!

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Uma infecção mamária tem diferentes causas e pode atingir mulheres de todas as idades.

Sem o acompanhamento adequado, a infecção mamária pode gerar os sintomas apresentados no post acima.

As infecções mamárias são manifestações atreladas ao desenvolvimento das chamadas mastites, esse quadro se caracteriza pela existência de uma inflamação no tecido da mama, acompanhada ou não por uma infecção.

Na maioria dos casos, o diagnóstico é dado por meio de uma avaliação clínica, então se você está sentindo alguns sintomas é recomendado verificar!

Mastologista

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Você já ouviu falar sobre o carcinoma oculto de mama?

Essa condição pode soar enigmática, mas é importante ter conhecimento sobre ela.

O carcinoma oculto de mama é um tipo raro de câncer de mama e é como um visitante silencioso que se esconde entremeado no tecido mamário, por isso, é importante conhecer a anatomia de cada parte do seu corpo para que seja mais fácil perceber quaisquer alterações.

Os sintomas podem ser escassos ou até mesmo inexistentes, o que torna ainda mais importante a atenção a qualquer alteração em seus seios. Mesmo que pareça uma situação incerta, lembre-se de que o conhecimento muda tudo.

Se você notar qualquer sinal de anormalidade, como pequenos nódulos, dor inexplicável ou mudanças na textura da pele, não hesite em buscar ajuda médica. O diagnóstico precoce é a chave para vencer essa batalha.

Como falamos no post, após o diagnóstico, o tratamento deve ser agilizado; tratamento este que pode incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia e terapias direcionadas.

Com cuidado, apoio e conscientização, podemos enfrentar o desafio desse tumor e curá-lo o quanto antes!

Mastologista

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Você fez a tão sonhada cirurgia de retirada de câncer de mama, e agora?

Quais passos seguir para ter um pós- operatório eficaz?

Quem fez a cirurgia, tem que reestruturar todo a rotina, e adquirir cuidados com a saúde.

◼ Após a cirurgia, é possível retornar a vida normal, mas é preciso reforçar alguns cuidados para que a doença não retorne.

Veja no post acima como você pode ter uma recuperação eficaz!

Mastologista

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Será que você pode amamentar depois de uma cirurgia de redução dos seios?

Muitas mulheres tem essa dúvida, e eu estou aqui para esclarecê-la!

A resposta é que mulheres que foram submetidas a uma mamoplastia redutora pode ter sim complicações na hora de amamentar.

Pode ser que nos primeiros dias após o parto você sinta um pouco de dificuldade, isso acontece por conta da baixa produção de leite.

▫Tem casos que atrapalha, mas com uma orientação médica pode ser possível sim amamentar.

Consulte seu médico!

Mastologista

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Obrigada por confiar em mim.

É uma honra fazer parte da sua nova história.

É esse sentimento no momento da cirurgia, é recalcular a rota, e juntas construirmos novas histórias, de superação, de cura.

Sabe aquele lugar em que você recebeu um pequeno corte? Coloquei dose de esperança!

Você já se perguntou se mulheres que tiveram câncer de mama podem amamentar?

Essa é uma dúvida muito comum! Deixa eu te ajudar a entender esse assunto um pouco melhor.

Estudos indicam que mulheres que amamentam seus filhos têm menos chances de desenvolver o câncer de mama, e para mulheres que já tiveram câncer, como funciona?

A resposta é: Depende!

Caso a paciente tenha realizado uma mastectomia, é retirada toda a mama e os ductos mamários, logo, mesmo com uma reconstrução da mama não será possível essa mulher amamentar com o seio operado.

As pacientes que tiveram câncer em apenas uma das mamas ainda podem produzir leite com a outra mama saudável, sem demais complicações.

Você sabia disso? Conta pra mim alguma curiosidade que você tem em relação à saúde das mamas!!

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA)

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), câncer de mama é o tipo de câncer que afeta com mais frequência a mulher brasileira, sendo estimados 66.280 casos novos no Brasil apenas em 2021.

Diagnosticar o câncer precocemente pode permitir um tratamento menos agressivo e mais rápido, também garantindo uma maior probabilidade de êxito no tratamento sem maiores danos ao paciente, com 95% de chances de cura.

Você tem feito o acompanhamento e o auto exame?

Previna-se, consulte um profissional da saúde e nos siga para se manter informada.

Dando início a uma grande etapa profissional na cirurgia oncoplástica e reconstrução…

Dando início a uma grande etapa profissional na cirurgia oncoplástica e reconstrução mamária. Um grande prazer fazer parte dessa turma. Juntos adquirindo conhecimento e crescimento pessoal e profissional. Que venham os próximos.

Os avanços recentes no campo da biologia molecular nos permitem classificar o Câncer de…

Os avanços recentes no campo da biologia molecular nos permitem classificar o Câncer de Mama com maior precisão, e abordar aspectos específicos das células cancerígenas para destruí-las.

Foram estabelecidos quatro subtipos de Câncer de Mama: luminal A, luminal B, HER 2 positivo e triplo negativo, observando riscos de recidiva da doença e resposta a tratamentos.

Ao combinarmos a classificação histológica clássica com a nova molecular, podemos classificar pacientes de uma forma mais individualizada, definindo uma abordagem muito mais personalizada, que se baseia com mais precisão em fatores prognósticos de risco de recidiva e permite predizer respostas ao tratamento.

A classificação do Câncer de Mama é indispensável para o planejamento terapêutico e, felizmente, atualmente nos possibilita optar por cirurgias mais conservadoras e tratamentos menos agressivos com segurança.

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