Daniela CanguçuMastologia e Cirurgia OncoplásticaAgendar
Tratamento

Cirurgia, reconstrução e acompanhamento

O que a Dra. Daniela já publicou sobre cirurgia, reconstrução e o cuidado que vem depois.

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Estar na Jornada Brasileira de Oncoplastia não é sobre colecionar certificado.

É sobre entender que as técnicas evoluem, os protocolos mudam, a evidência científica se atualiza toda semana. E cada nova informação que eu trago para dentro do consultório é uma nova possibilidade de oferecer mais segurança, mais resultado estético, menos sequela, mais qualidade de vida para quem confia em mim o próprio corpo.

Porque é isso que a oncoplastia representa: a cirurgia não termina quando o câncer sai. Ela continua na cicatriz, na simetria, no olhar no espelho, na autoestima reconstruída. E isso exige de mim muito mais do que técnica cirúrgica — exige atualização constante, trabalho em rede com outros especialistas, e a humildade de continuar sendo aluna, sempre.

Cada troca com colegas, cada discussão de caso, cada estudo novo que discuto aqui é, no fundo, um cuidado antecipado com cada uma de vocês que ainda vou atender. Vocês não veem essas horas de estudo — mas sentem o resultado delas.

Voltar de uma jornada como essa é voltar mais preparada — e isso é um presente que eu trago para cada consulta, cada cirurgia, cada decisão compartilhada com minhas pacientes.

Quando uma paciente faz quimioterapia antes da cirurgia

Quando uma paciente faz quimioterapia antes da cirurgia, o objetivo é reduzir o tumor para melhorar as opções cirúrgicas e em alguns casos o tumor responde tão bem ao tratamento que os exames de imagem não conseguem mais identificá-lo.

Isso tem nome clínico: resposta patológica completa.

O que muitas pacientes não entendem, e faz todo o sentido não entender sem que alguém explique, é que mesmo com resposta completa nos exames de imagem, a cirurgia continua sendo indicada no protocolo padrão atual.

O exame de imagem não enxerga células residuais microscópicas que podem permanecer no tecido mesmo quando o tumor visível desapareceu. A peça cirúrgica é o único exame que confirma com precisão se houve resposta patológica completa de fato.

Além disso, a quimioterapia neoadjuvante abre um caminho cirúrgico mais favorável. Tumores que antes exigiriam mastectomia podem, após a redução, ser tratados com cirurgia conservadora. Isso muda completamente o resultado para a paciente.

O planejamento cirúrgico após quimioterapia neoadjuvante é feito caso a caso, com base na resposta ao tratamento e no que é possível preservar.

Se você está nesse momento do tratamento e ainda não teve essa conversa, ela precisa acontecer agora.

Mastologista | Cirurgia Oncoplástica e Reconstrução Mamária

Quando oncologia e reconstrução são pensadas pela mesma cabeça, no mesmo planejamento

Quando oncologia e reconstrução são pensadas pela mesma cabeça, no mesmo planejamento, antes mesmo de entrar no centro cirúrgico, o resultado muda de forma concreta.

A posição da cicatriz, a margem de segurança ao redor do tumor e o volume que vai ser reconstruído são calculados juntos, porque uma decisão afeta a outra. Separar esse planejamento em dois momentos, com dois profissionais diferentes, significa que o oncológico e o estético competem em vez de se complementar.

Na cirurgia oncoplástica, essa separação não existe. Oncologia e plástica acontecem no mesmo ato, pela mesma cirurgiã, com o mesmo plano desde o início.

Marie Curie descobriu a radioatividade.

Trabalhou com ela por décadas, sem proteção, porque a ciência ainda não entendia o que estava construindo. Morreu em 1934 de anemia aplástica, provavelmente causada pela exposição prolongada à radiação que ela própria trouxe ao mundo.

Foi a única pessoa na história a receber dois Prêmios Nobel em ciências diferentes. Física, em 1903. Química, em 1911.

Hoje, essa mesma radiação, controlada, dosada, baseada em décadas de ciência acumulada, é o que permite que a mamografia encontre um tumor antes de qualquer sintoma. É o que a radioterapia usa para tratar o que a cirurgia não alcança.

O que ela pagou com a vida, nós aprendemos a usar para proteger outras vidas.

Saúde da mulher não é campanha de um dia. É ciência construída ao longo de séculos, muitas vezes por mulheres que não viveram para ver o resultado do que descobriram.

Hoje é o Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher. E eu escolhi lembrá-lo assim.

A caneta que detecta célula de câncer passou no Fantástico.

Para quem opera câncer toda semana, essa tecnologia não é novidade de fim de semana. É uma das pesquisas mais importantes para o futuro das cirurgias oncológicas.

A MasSpec Pen foi criada pela química brasileira Lívia Schiavinato Eberlin, formada na Unicamp. O cirurgião encosta a ponta no tecido, uma microgota de água extrai as moléculas daquela região, um espectrômetro de massa analisa em tempo real e a inteligência artificial responde: câncer ou tecido saudável. Em 10 segundos.

Em 2023, um estudo publicado na JAMA Surgery com 102 pacientes em cirurgias de tireoide e paratireoide confirmou precisão superior a 92%. A caneta diferenciou tecidos muito semelhantes em tempo real, evitando a retirada acidental de glândulas saudáveis, algo que ocorre em até 25% das cirurgias tradicionais. Agora está sendo testada pela primeira vez no Brasil, no Hospital Albert Einstein, com 60 pacientes.

Os próximos testes incluem tumores de mama. Ainda não está disponível para uso rotineiro. Mas a ciência está construindo isso agora. Por uma brasileira formada no Brasil.

781 mil pessoas vão desenvolver câncer no Brasil só este ano.

Esse é o número oficial do INCA para 2026.

Entre as mulheres, o câncer de mama lidera os diagnósticos. Representa 30% de todos os casos de câncer feminino no país e é o tipo que mais mata mulheres brasileiras.

O que a ciência também confirma é que o momento do diagnóstico muda tudo. O estágio em que o câncer é encontrado determina quais cirurgias são possíveis, se a mama pode ser preservada, se a quimioterapia vem antes ou depois, se a reconstrução pode ser imediata. Cada uma dessas decisões começa muito antes do diagnóstico. Começa no acompanhamento regular com mastologista.

Se você tem 40 anos ou mais e não faz rastreamento, esse número existe para te lembrar que o melhor momento para começar é agora.

Desde que entrei na medicina, eu sabia que queria estar no centro cirúrgico.

Não no consultório apenas. Na cirurgia.

Foi quando fiz residência no Aristides Maltez que entendi por quê. Porque ali eu percebi que o que eu retiro numa cirurgia não é só um tumor. É o medo que essa mulher carregou desde o diagnóstico. É a noite que ela não dormiu imaginando o pior. É o peso de não saber o que vem depois.

Hoje, quando entro no centro cirúrgico, eu penso nisso. Penso na mulher que está ali confiando em mim com o que tem de mais precioso. E opero com tudo que tenho.

É aqui que eu me sinto mais inteira como médica.

Reconstrução mamária não é vaidade.

É devolver dignidade.

Quando você passa por uma mastectomia, não perde apenas a mama. Você perde parte da forma como se vê no espelho, da sua feminilidade, da sua confiança.

E ouvir que "o importante é estar viva" não diminui a dor de olhar para o próprio corpo e não se reconhecer.

A reconstrução mamária existe exatamente para isso. Para devolver não apenas a mama, mas o controle sobre o seu corpo e sobre como você quer se sentir.

Pode ser feita no mesmo dia da mastectomia ou meses, até anos depois. Com prótese ou com o seu próprio tecido. Cada mulher escolhe o que faz sentido para ela.

Não é superficial querer se sentir inteira de novo. É humano.

E você merece ter essa escolha.

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Sol de Salvador + cicatriz recente = combinação perigosa.

Se você fez cirurgia de mama nos últimos 6 meses e está pensando em curtir o Carnaval, precisa saber disso:

A pele da cicatriz está em processo de cicatrização e produz melanina em excesso quando exposta ao sol. O resultado é hiperpigmentação, aquela mancha escura que pode ser permanente.

Nos primeiros 30 dias:

Zero sol. Nem com protetor. Nem coberto com roupa. A cicatriz precisa estar completamente protegida da exposição solar.

De 30 dias a 6 meses:

Protetor solar FPS 50+ (reaplicar a cada 2 horas) + cobertura física (roupa, micropore, bandagem). Evitar sol direto entre 10h e 16h.

De 6 a 12 meses:

Manter protetor FPS 50+ sempre que a cicatriz for exposta ao sol. A cicatriz ainda está amadurecendo.

O Carnaval de Salvador é sol intenso, suor, folia. Se sua cicatriz é recente, você precisa proteger.

Porque se manchar agora, pode não ter volta.

Tratar hiperpigmentação depois é caro, demorado e nem sempre resolve completamente. Laser, agentes clareadores, procedimentos... tudo isso poderia ser evitado com proteção adequada hoje.

Então curta o Carnaval. Mas cuida da sua cicatriz. Seu "eu" do futuro agradece.

Mastologista

ama

Hoje é Dia do Profissional Mastologista.

E eu quero contar pra você por que eu escolhi essa especialidade.

Sempre quis fazer medicina. Meu pai era médico. Mas no meio da faculdade, eu entendi: não queria ser médica clínica. Queria agir. Queria estar no centro cirúrgico.

E foi na residência no Hospital Aristides Maltez que eu encontrei a mastologia.

Ali eu vi que câncer de mama não é apenas doença. É identidade. É feminilidade. É maternidade. É a vida inteira de uma mulher condensada em um diagnóstico.

Depois da residência, eu poderia ter escolhido o caminho mais confortável. Mas escolhi me especializar em cirurgia oncoplástica e reconstrução mamária, as áreas mais complexas, mais longas, mais emocionalmente intensas.

Por quê?

Porque ali estava o impacto real. A diferença entre uma mulher que perde a mama e se perde junto e uma mulher que se reconstrói inteira.

E quando a maternidade chegou (Giovanna e Giulia), tudo ganhou ainda mais sentido.

Hoje, quando uma mulher com câncer chega assustada no meu consultório, eu não vejo apenas uma paciente. Eu vejo uma mãe, uma filha, uma esposa, uma mulher com vida inteira pela frente.

E é por isso que eu faço o que faço: para estar presente no momento mais assustador e transformar esse momento em um caminho seguro.

Feliz Dia do Mastologista para todos nós que escolhemos cuidar de mulheres inteiras.

Mastologista

8 anos ao lado de quem entende que medicina não é só profissão, é propósito.

É dividir a correria. É segurar as meninas quando o outro está em cirurgia. É lembrar um ao outro de parar quando a gente esquece de cuidar de nós mesmos.

Porque enquanto cuidamos de tanta gente, a gente também precisa cuidar um do outro.

Feliz aniversário de casamento pra gente.

Hoje é meu aniversário.

E em vez de falar de mim, eu quero falar de vocês.

Porque de todos os anos da minha vida, muitos deles eu passei fazendo o que mais amo: cuidar de mulheres.

E cada consulta, cada cirurgia, cada 'obrigada por não me deixar sozinha' me ensinou algo sobre coragem, resiliência e humanidade.

Então hoje, meu desejo de aniversário é simples:

Que cada mulher que precisa de cuidado tenha coragem de buscar ajuda. Que cada mulher com medo saiba que não está sozinha. Que cada mulher se permita cuidar de si sem culpa.

2026 começa assim: com gratidão por cada uma de vocês que confia em mim nos momentos mais difíceis.

Vamos juntas.

A palavra “mastectomia” ainda assusta, mas entender o que ela significa muda tudo.

Hoje, essa cirurgia é planejada com cada paciente, com o olhar conjunto da mastologia, oncologia e cirurgia plástica.

A escolha depende do tipo de tumor, do volume da mama, do desejo de reconstrução e, acima de tudo, da segurança.

O que antes era uma cirurgia mutiladora, hoje é um ato de preservação e reconstrução da vida.

Nem toda mulher com câncer de mama precisa fazer mastectomia.

Mas há situações em que essa é a escolha mais segura:

Tumores extensos em relação ao tamanho da mama.

Presença de múltiplos focos de câncer na mesma mama.

Recidiva (quando a doença retorna) após tratamento conservador.

Mutação genética (BRCA1/BRCA2) com alto risco de câncer — nesses casos, pode ser feita de forma profilática (preventiva).

A indicação de mastectomia depende desses fatores mas também depende do histórico familiar e na resposta ao tratamento.

As diretrizes da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e da NCCN (2024) reforçam que a cirurgia conservadora é segura sempre que possível, mas a mastectomia ainda é essencial em casos de múltiplos focos, recidiva ou mutações genéticas de alto risco.

Mais importante do que o tipo de cirurgia é a segurança oncológica.

E quando há chance de preservar a mama, ou reconstruí-la, esse é sempre o caminho.

Na correria de cirurgias, consultas e plantões, a gente poderia achar que são os livros

Na correria de cirurgias, consultas e plantões, a gente poderia achar que são os livros, os protocolos e os anos de experiência que nos ensinam mais sobre a vida.

Mas, na verdade, são elas.

Giovanna e Giulia.

São os sorrisos, as perguntas curiosas, as corridas no parque, os desenhos no papel e as histórias antes de dormir que nos lembram, todos os dias, do que realmente importa.

No Dia das Crianças, o que desejamos é que você também se permita aprender com os pequenos: que não existe problema tão grande que não possa ser enfrentado com coragem, nem rotina tão séria que não precise de espaço para rir.

E é por elas que seguimos cuidando de tantas famílias, sempre lembrando que, no fim das contas, a vida tem mais cor quando a gente não esquece a criança que habita dentro de nós.

Quando você ouve falar em tratamento do câncer de mama

Quando você ouve falar em tratamento do câncer de mama, pode parecer que existe uma “receita” única. Mas a verdade é que os estudos mais novos mostraram justamente o contrário: nem toda pessoa precisa do mesmo tratamento.

Por exemplo:

– Em tumores que respondem a hormônio, algumas mulheres de alto risco se beneficiam de um remédio-alvo junto com a hormonioterapia, mas em outras a hormonioterapia sozinha já dá conta.

– No triplo-negativo inicial, trazer a imunoterapia antes da cirurgia e manter depois aumentou a chance de viver mais.

– E há situações em que conseguimos fazer menos: em mulheres bem escolhidas, mexer menos na axila foi seguro, e em algumas de baixo risco, até deixar de fazer radioterapia não encurtou o tempo de vida.

Isso mostra a importância de olhar para cada detalhe do seu caso, porque não é sobre tratar demais ou de menos, é sobre tratar certo.

Agora quero te ouvir… se você pudesse tirar uma dúvida hoje, qual decisão te deixaria mais tranquila?

E em meio a tantas decisões difíceis

E em meio a tantas decisões difíceis, existe uma dúvida que muitas mulheres carregam em silêncio: “Será que ainda vou poder ser mãe?”

E a resposta é: sim. Esse não precisa ser o fim do sonho da maternidade.

Quimioterapia, radioterapia e até algumas cirurgias podem impactar os ovários e reduzir a chance de engravidar naturalmente.

Mas hoje já é possível preservar os óvulos antes de começar o tratamento.

Uma conversa antecipada com o seu médico(a) mastologista, pode fazer toda a diferença no futuro.

O problema é que, em meio ao susto do diagnóstico, nem sempre esse assunto é abordado.

E muitas mulheres só descobrem as possibilidades depois que o tempo passou.

Se você acabou de receber um diagnóstico, saiba que: ainda dá tempo de cuidar da sua fertilidade.

Falar sobre isso não é egoísmo, é autocuidado.

Você pode lutar pela vida e, ao mesmo tempo, proteger seus sonhos.

Aqui, eu acolho sua história por inteiro!

Mastologista

CRM BA - 23602

O carcinoma mamário é um tipo de câncer que se origina nas células do tecido mamário.

É a forma mais comum de câncer entre as mulheres, mas também pode afetar homens.

Existem diversos tipos de carcinoma mamário, sendo os mais comuns o carcinoma ductal e o carcinoma lobular. Sintomas podem incluir nódulos, alterações na pele da mama e secreção anormal.

A detecção precoce é crucial para o tratamento eficaz, que pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia hormonal.

A mamografia regular é uma ferramenta essencial na prevenção e diagnóstico precoce.

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Você já ouviu falar no seroma?

Composto por plasma sanguíneo, linfa e soro fisiológico, o seroma é relativamente comum no pós cirúrgico de procedimentos onde houve corte considerável de pele e tecido gorduroso.

É um líquido, não é viscoso e nem purulento, o seroma em si não é considerado um problema, pois é uma reação natural do organismo durante o processo de cicatrização.

Quer saber mais? Veja o post acima!

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Algumas pacientes diagnosticadas com câncer de mama precisam ser submetidas à mastectomia

Algumas pacientes diagnosticadas com câncer de mama precisam ser submetidas à mastectomia, uma intervenção cirúrgica que consiste na retirada total.

Para minimizar os efeitos desse procedimento, as mulheres podem optar pela realização da reconstrução de mama após a mastectomia, a fim de restaurar a sua autoestima.

A cirurgia reparadora para reconstrução de mama após a mastectomia é capaz de restaurar a forma, aparência e tamanho do seio, trazendo qualidade de vida, autoestima e autoconfiança para a paciente.

Quer saber mais detalhes? Veja o post acima!

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Ter os seios caídos pode ser algo comum

Ter os seios caídos pode ser algo comum, considerando diversos fatores como excesso de peso e efeitos da idade.

Mas na atualidade em que vivemos, existem alguns procedimentos que podem resolver o problema.

Se você não quiser recorrer a cirurgias, a melhor forma é começar prevenindo a queda dos seios, e como você pode fazer isso? Veja no post acima!

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Uma infecção mamária tem diferentes causas e pode atingir mulheres de todas as idades.

Sem o acompanhamento adequado, a infecção mamária pode gerar os sintomas apresentados no post acima.

As infecções mamárias são manifestações atreladas ao desenvolvimento das chamadas mastites, esse quadro se caracteriza pela existência de uma inflamação no tecido da mama, acompanhada ou não por uma infecção.

Na maioria dos casos, o diagnóstico é dado por meio de uma avaliação clínica, então se você está sentindo alguns sintomas é recomendado verificar!

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Você fez a tão sonhada cirurgia de retirada de câncer de mama, e agora?

Quais passos seguir para ter um pós- operatório eficaz?

Quem fez a cirurgia, tem que reestruturar todo a rotina, e adquirir cuidados com a saúde.

◼ Após a cirurgia, é possível retornar a vida normal, mas é preciso reforçar alguns cuidados para que a doença não retorne.

Veja no post acima como você pode ter uma recuperação eficaz!

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Será que você pode amamentar depois de uma cirurgia de redução dos seios?

Muitas mulheres tem essa dúvida, e eu estou aqui para esclarecê-la!

A resposta é que mulheres que foram submetidas a uma mamoplastia redutora pode ter sim complicações na hora de amamentar.

Pode ser que nos primeiros dias após o parto você sinta um pouco de dificuldade, isso acontece por conta da baixa produção de leite.

▫Tem casos que atrapalha, mas com uma orientação médica pode ser possível sim amamentar.

Consulte seu médico!

Mastologista

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Obrigada por confiar em mim.

É uma honra fazer parte da sua nova história.

É esse sentimento no momento da cirurgia, é recalcular a rota, e juntas construirmos novas histórias, de superação, de cura.

Sabe aquele lugar em que você recebeu um pequeno corte? Coloquei dose de esperança!

Você já se perguntou se mulheres que tiveram câncer de mama podem amamentar?

Essa é uma dúvida muito comum! Deixa eu te ajudar a entender esse assunto um pouco melhor.

Estudos indicam que mulheres que amamentam seus filhos têm menos chances de desenvolver o câncer de mama, e para mulheres que já tiveram câncer, como funciona?

A resposta é: Depende!

Caso a paciente tenha realizado uma mastectomia, é retirada toda a mama e os ductos mamários, logo, mesmo com uma reconstrução da mama não será possível essa mulher amamentar com o seio operado.

As pacientes que tiveram câncer em apenas uma das mamas ainda podem produzir leite com a outra mama saudável, sem demais complicações.

Você sabia disso? Conta pra mim alguma curiosidade que você tem em relação à saúde das mamas!!

Posso engravidar depois de um Câncer de Mama?

Muitas mulheres conseguem engravidar após o tratamento de um câncer de mama. No entanto, alguns tratamentos podem dificultar a gravidez.

Geralmente, é possível engravidar naturalmente após o câncer, caso a menopausa química (causada pelo bloqueio dos hormônios na quimioterapia) seja reversível.

No que diz respeito aos efeitos dos medicamentos, não existe comprovação da interferência dos mesmos para a saúde do bebê.

De qualquer maneira, se você deseja ter filhos após o tratamento, é importante conversar sobre todas as suas opções antes de iniciar qualquer abordagem ao Câncer de Mama.

Na última semana, tive o prazer de trabalhar novamente ao lado dessa amiga.

Aqui estamos as duas após finalizar cirurgia de exérese (retirada) de mama acessória.

A polimastia ou mama acessória não é incomum. Trata-se de uma condição em que a glândula mamária se desenvolve também em outras regiões do corpo e, muitas vezes, a pessoa nem imagina que tem esse problema.

O tratamento é acima de tudo estético, feito através de uma pequena incisão e uma mastectomia subcutânea (retirada do tecido mamário), normalmente sob anestesia local com sedação. A cirurgia tem curta duração, seguida de um rápido período de observação e algumas recomendações pós-operatórias.

Lembro aqui que, apesar de atrófica, a chance de desenvolver câncer ou doenças mamárias benignas na mama acessória é semelhante às mamas normais.

Não importa se foi simples ou radical, se houve reconstrução imediata ou não.

Uma mulher que passa por uma Mastectomia deve seguir o acompanhamento com o mastologista, que irá avaliar o tecido mamário, identificando ou não novas lesões. Além disso, o mastologista realiza o controle de gânglios axilares no exame clínico, observando linfonodos e qualquer alteração importante. Em caso de alguma desconfiança, podem ser solicitados exames complementares.

Quando a mama é retirada por completo, só existe necessidade de realizar mamografia da mama que ficou, mas o importante é seguir as recomendações do seu mastologista.

Alguns motivos podem levar à realização de explante mamário.

Quando há contratura capsular (endurecimento da mama), ruptura ou dor associada ao implante, desgaste da prótese, ou quando a mulher já não deseja mais.

Cada vez mais mulheres vêm recorrendo a esta cirurgia voluntariamente, com o objetivo de retomar um aspecto mais sutil, natural e atlético de suas mamas e evitando possíveis riscos futuros associados ao implante.

O resultado pode variar, pois depende de alguns fatores como o tempo que a mulher leva com as próteses. Em muitos casos, é realizada a remodelação do tecido mamário, devido ao estiramento da pele.

A opção de um implante é uma alternativa que hoje é acessível a muitas mulheres e que pode representar uma grande mudança na autoestima e qualidade de vida. O importante é que essa escolha seja orientada sempre por um profissional especializado, que além de indicar o tamanho ideal de prósese para cada mulher, sinalize os possíveis riscos associados e cuidados a longo prazo.

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Na história da Mastologia há relatos de mastectomias radicais

Na história da Mastologia há relatos de mastectomias radicais, que começaram a ser realizadas na época do Renascimento, quando avanços na anatomia permitiram as primeiras formas de tratamento. Não por casualidade, é também dessa época a primeira obra de arte que representa uma mulher com câncer na mama.

A pintura de título “A Noite” revela uma figura feminina cujo seio esquerdo é menor que o direito e mostra sinais de retração do mamilo, indicando sinais da doença.

Muitos pesquisadores estudaram a obra de arte, juntamente com outras do mesmo período, e acreditam que a demonstração da doença em algumas obras era intencional, o que significa que o câncer de mama já era relativamente comum.

Hoje é o Dia Nacional do Doador de Sangue e, infelizmente

Hoje é o Dia Nacional do Doador de Sangue e, infelizmente, nossos bancos de sangue estão com estoques muito baixos devido à pandemia. Devemos sempre lembrar que muitos tratamentos de doenças e cirurgias, que continuam acontecendo, dependem destes estoques para salvar a vida de pessoas.

Sei que o momento ainda é delicado, mas se você tiver a oportunidade de sair para doar, te peço que faça. Os centros de coleta estão adaptados para que as doações aconteçam de forma segura para todos.

Entre para esta grande corrente de solidariedade e amor!

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Dra. Daniela Canguçu sentada, com as mãos no colo, olhando para a câmera