Estar na Jornada Brasileira de Oncoplastia não é sobre colecionar certificado.
É sobre entender que as técnicas evoluem, os protocolos mudam, a evidência científica se atualiza toda semana. E cada nova informação que eu trago para dentro do consultório é uma nova possibilidade de oferecer mais segurança, mais resultado estético, menos sequela, mais qualidade de vida para quem confia em mim o próprio corpo.
Porque é isso que a oncoplastia representa: a cirurgia não termina quando o câncer sai. Ela continua na cicatriz, na simetria, no olhar no espelho, na autoestima reconstruída. E isso exige de mim muito mais do que técnica cirúrgica — exige atualização constante, trabalho em rede com outros especialistas, e a humildade de continuar sendo aluna, sempre.
Cada troca com colegas, cada discussão de caso, cada estudo novo que discuto aqui é, no fundo, um cuidado antecipado com cada uma de vocês que ainda vou atender. Vocês não veem essas horas de estudo — mas sentem o resultado delas.
Voltar de uma jornada como essa é voltar mais preparada — e isso é um presente que eu trago para cada consulta, cada cirurgia, cada decisão compartilhada com minhas pacientes.

































