Daniela CanguçuMastologia e Cirurgia OncoplásticaAgendar
Tratamento

Depois do diagnóstico

O que a Dra. Daniela já publicou sobre os passos que vêm depois do diagnóstico.

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Quando a biópsia volta benigna, o alívio é real e faz sentido.

O resultado mostra que as células analisadas naquele fragmento não são malignas, e isso é relevante clinicamente.

O ponto que muitas mulheres desconhecem é que existem situações em que o resultado benigno não encerra a investigação.

A primeira delas é a discordância entre o laudo da biópsia e o que os exames de imagem mostravam: se o resultado benigno não explica a alteração que levou à indicação da biópsia, o protocolo recomenda nova avaliação.

A segunda envolve achados de atipia celular, que são alterações que não configuram câncer mas que aumentam o risco futuro e exigem seguimento diferenciado e mais próximo.

Quem define se a investigação continua ou se encerra com o resultado benigno é a mastologista que conhece o seu caso completo, e não apenas o laudo isolado.

Se você fez biópsia e recebeu resultado benigno, a consulta de retorno para interpretar esse resultado dentro do seu contexto clínico é parte obrigatória do processo.

O que é promessa e o que já é prática no tratamento do câncer de mama.

Muita coisa nova aparece nos noticiários e nas redes sociais, mas nem tudo já está disponível no consultório. É por isso que vale separar o que já faz parte do cuidado de hoje do que ainda está sendo estudado.

O que já é prática hoje:

– Os CDK4/6 foram aprovados para pacientes de maior risco, junto da hormonioterapia, e reduzem a chance da doença voltar.

– A imunoterapia já faz parte do tratamento do triplo-negativo inicial, usada antes da cirurgia e mantida depois.

– Os ADCs (anticorpos–droga conjugados), conhecidos como “quimio guiada”, já são realidade em vários cenários da doença avançada.

O que ainda é promessa:

– O ctDNA, um exame de sangue que tenta detectar a volta da doença antes da imagem, mostra potencial, mas ainda não muda condutas.

– O PHERGain, estudo com pacientes HER2 positivo, avalia se algumas podem receber menos quimioterapia sem perder segurança. Os resultados são animadores, mas ainda não é rotina.

Em resumo: algumas inovações você já pode conversar agora na consulta; outras merecem ser acompanhadas de perto, mas ainda não substituem o que funciona no presente.

Agora quero te ouvir… você tem mais curiosidade sobre as novas promessas ou sobre os tratamentos que já estão disponíveis?

Essa é uma pergunta que, infelizmente

Essa é uma pergunta que, infelizmente, muitas mulheres se fazem ao receber o diagnóstico de câncer de mama.

Saiba que é comum buscar respostas, se questionar, mas é importante lembrar: não existe um culpado.

O câncer de mama é uma condição complexa, e ninguém deveria carregar o peso da culpa.

Se você ou alguém que ama está passando por isso, respire fundo e foque naquilo que realmente importa: o cuidado, acolhimento e a esperança!

Mastologista

CRM BA - 23602

Com ajuda de radiações ionizantes

Com ajuda de radiações ionizantes, a radioterapia busca destruir as células cancerígenas ou impedir que elas se multipliquem, impossibilitando o crescimento do tumor.

O paciente fica em um equipamento como o de fazer raio x, por exemplo, que emite radiações direcionadas para a mama.

É um tratamento mais local do que a quimioterapia, e é utilizado em determinadas situações.

Veja mais detalhes no post acima!!

Mastologista

▫CRM BA - 23602

Receber o diagnóstico de câncer de mama pode ser muito doloroso.

Por isso é que nesse Outubro Rosa incentivo a todas as mulheres a mostrarem apoio umas as outras.

Veja as frases no post acima e inspire mulheres na luta contra o câncer de mama através delas.

Unam-se em favor dessa causa tão bonita!

Mastologista

▫CRM BA - 23602

O avanço em estudos moleculares do Câncer de Mama hoje nos proporciona subclassificar os…

O avanço em estudos moleculares do Câncer de Mama hoje nos proporciona subclassificar os tipos de câncer, com grande relevância para o diagnóstico e tratamentos aplicados.

A imunohistoquímica é uma ferramenta de investigação confiável que permite subclassificar as neoplasias em diversas categorias, usando marcadores com os quais conseguimos estabelecer parâmetros necessários no diagnóstico e predizer com mais eficiência a resposta do câncer aos diferentes tratamentos.

Nesta análise, o material de biópsia é submetido a diferentes reações químicas, para identificar receptores a hormônios ou proteínas que promovem o crescimento desse câncer. Junto a outras informações da doença instalada e perfil de cada paciente, o estudo imunohistoquímico é fundamental para decisão do tratamento mais assertivo.

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Dra. Daniela Canguçu sentada, com as mãos no colo, olhando para a câmera