Daniela CanguçuMastologia e Cirurgia OncoplásticaAgendar
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O que eu compartilho sobre saúde das mamas.

Saúde das mamas, diagnóstico e reconstrução — em textos e publicações do Instagram.

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Do consultório

479 publicações disponíveis, da mais recente para a mais antiga. Notas e legendas de vídeos aprovadas podem ser lidas aqui; os vídeos abrem no Instagram.

Muita mulher chega achando que existe só um jeito de reconstruir

Muita mulher chega achando que existe só um jeito de reconstruir, geralmente imaginando uma prótese colocada e pronto, mas na prática a reconstrução segue caminhos bem diferentes dependendo do corpo de cada uma, podendo usar prótese definitiva numa única cirurgia, passar primeiro por um expansor preenchido aos poucos, ou usar tecido da própria paciente retirado da barriga ou das costas pra reconstruir sem prótese nenhuma.

A escolha entre essas técnicas depende da quantidade de pele que sobrou depois da mastectomia, de ter ou não radioterapia e da anatomia de cada mulher.

Quando esse plano é pensado pro corpo específico de cada paciente, o resultado final muda completamente.

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Hoje é dia do médico e fico pensando em como essa profissão molda a gente de um jeito…

Hoje é dia do médico e fico pensando em como essa profissão molda a gente de um jeito que ninguém avisa antes de entrar na faculdade, você entra pra estudar o corpo humano e sai sabendo muito mais sobre como as pessoas enfrentam os momentos mais difíceis da própria vida.

Ser mastologista envolve dominar uma técnica cirúrgica complexa e ainda assim aguentar firme numa sala de espera cheia antes de entrar no centro cirúrgico com a mente concentrada, carregando a confiança total de quem está deitada naquela mesa.

Existem dias que pesam de um jeito difícil de explicar, mas também existe o momento em que uma paciente volta meses depois caminhando diferente, e é por esse tipo de momento que a escolha continua fazendo sentido.

Obrigada a cada colega que também escolheu esse caminho.

A primeira coisa que preciso te dizer é que você não precisa decidir tudo hoje

A primeira coisa que preciso te dizer é que você não precisa decidir tudo hoje, porque entre a confirmação do diagnóstico e o início do tratamento costuma passar de duas a quatro semanas, tempo suficiente pra completar os exames de estadiamento, que mostram se a doença ficou só na mama ou se espalhou, e pra montar a equipe que vai cuidar de você.

Essa equipe normalmente reúne mastologista, oncologista clínico e, dependendo do caso, cirurgião plástico e psicólogo, conversando juntos sobre o seu caso antes de fechar qualquer plano de tratamento.

Se o seu médico pedir esses exames ou falar em reunir outros especialistas, saiba que esse tempo está sendo usado exatamente pra te proteger.

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Tem uma mudança enorme acontecendo dentro das salas de cirurgia no Brasil que pouca…

Tem uma mudança enorme acontecendo dentro das salas de cirurgia no Brasil que pouca gente percebe de fora.

Um levantamento que analisou mais de 161 mil cirurgias de câncer de mama no país entre 2016 e 2025 mostrou que a cirurgia conservadora já representa 94,4% dos procedimentos, enquanto a proporção de mastectomias caiu de quase 11% em 2016 pra pouco mais de 5% em 2025, um sinal claro de que preservar a mama virou o caminho mais comum no tratamento do câncer.

Toda vez que entro numa sala como essa pra operar, penso exatamente nisso, em como tirar o tumor com segurança sem precisar retirar a mama inteira, porque é isso que a maioria dos casos permite hoje.

Se alguém te disser que câncer de mama sempre termina em mastectomia, agora você sabe que os números contam outra história.

Cirurgia oncoplástica combina remoção do tumor com preservação da forma e do volume da…

Cirurgia oncoplástica combina remoção do tumor com preservação da forma e do volume da mama num mesmo procedimento. O resultado oncológico nos casos indicados é equivalente ao da mastectomia, com a diferença de que a paciente acorda com a mama preservada.

A indicação depende de fatores individuais como tamanho do tumor, proporção com a mama, tipo de cirurgia necessária. Por isso a avaliação com mastologista especializada em cirurgia oncoplástica é o ponto de partida.

Se você recebeu indicação de cirurgia e ainda não conversou sobre essa opção, essa pergunta precisa ser feita antes da decisão.

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Adiar uma cirurgia de câncer de mama por um compromisso pessoal é uma decisão que…

Adiar uma cirurgia de câncer de mama por um compromisso pessoal é uma decisão que precisa ser tomada com informação clínica real, não com culpa nem com medo.

O impacto do tempo entre o diagnóstico e a cirurgia depende do tipo de tumor, do estadiamento e do que está acontecendo naquele caso específico. Em alguns casos, semanas mudam as opções disponíveis. Em outros, o planejamento permite uma janela segura.

Essa conversa precisa acontecer no consultório, com a mastologista que conhece o seu caso. Se você está diante de uma decisão assim, não toma ela sozinha.

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Outubro chegou e com ele a pergunta que mais ouço das pacientes novas sentando aqui na…

Outubro chegou e com ele a pergunta que mais ouço das pacientes novas sentando aqui na minha frente: Será que vou precisar perder a mama?

Esse mês existe exatamente pra isso.

O INCA estima 78.610 novos casos de câncer de mama por ano no Brasil entre 2026 e 2028, risco de quase 72 casos a cada 100 mil mulheres, e só no Nordeste são mais de 17 mil diagnósticos esperados por ano.

Atrás de cada número desses tem uma mulher sentada numa cadeira como essa, tentando entender o que vem pela frente, e é esse lugar que eu escolhi ocupar todos os dias, entre o medo da primeira consulta e a segurança que a gente constrói junta ao longo do tratamento.

Esse mês eu vou abrir aqui as dúvidas que mais me trazem dentro da sala de consulta.

Vem comigo?

Adiar a biópsia por medo do resultado é uma das situações mais comuns que vejo no…

Adiar a biópsia por medo do resultado é uma das situações mais comuns que vejo no consultório e uma das mais difíceis de abordar, porque o medo é legítimo e real.

A biópsia não cria o problema que ela eventualmente encontra. O que ela faz é te dar a informação necessária para o próximo passo, seja ele um acompanhamento, um tratamento menos invasivo ou um planejamento cirúrgico enquanto as opções ainda são maiores.

Se você está com indicação de biópsia e ainda não marcou, essa é a conversa que precisava acontecer.

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Parece ilegal saber disso mas o seu plano de saúde é obrigado a cobrir a reconstrução…

Parece ilegal saber disso mas o seu plano de saúde é obrigado a cobrir a reconstrução mamária.

Muita mulher acha que vai ter que brigar ou pagar do próprio bolso depois da mastectomia. Só que a Lei obriga qualquer plano de saúde privado a cobrir a cirurgia reparadora quando a mutilação vem de tratamento de câncer.

Isso inclui a reconstrução da mama retirada e a simetrização da mama saudável, pra ficar tudo equilibrado.

Quando existe condição técnica, a reconstrução pode acontecer no mesmo tempo cirúrgico da mastectomia, sem esperar meses numa fila separada.

Se o seu plano tentar negar ou empurrar isso pra depois sem justificativa, essa cobertura é um direito seu garantido em lei.

Passa esse post pra alguém que talvez nem saiba disso.

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A relação entre exercício físico e redução do risco de câncer de mama é reconhecida pela…

A relação entre exercício físico e redução do risco de câncer de mama é reconhecida pela Sociedade Brasileira de Mastologia e pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica, que recomenda exercício como parte do tratamento em pacientes diagnosticadas.

Os mecanismos incluem redução de estrogênio circulante, modulação da resposta inflamatória e melhora da função imunológica. Os benefícios foram documentados tanto na prevenção quanto na redução de recorrência após diagnóstico.

Exercício não substitui rastreamento. Ele faz parte de um conjunto de escolhas que, juntas, reduzem o risco ao longo da vida.

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Para de rolar o feed se você quer entender o que o seu laudo significa.

Aquele número do BI-RADS assusta mas ele só descreve de forma padronizada o que apareceu na sua imagem, indo de zero a seis.

Zero pede mais uma imagem pra fechar a avaliação e um significa tudo normal.

Dois e três seguem na faixa benigna, sendo que o três gera mais dúvida porque pede repetição em seis meses com risco de câncer de só 2%.

A partir do quatro a suspeita fica real e costuma pedir biópsia, cinco já é bem sugestivo de malignidade e seis confirma câncer já diagnosticado antes.

Nenhum desses números determina qual conduta tomar no seu caso.

Quem cruza isso com seu corpo e histórico familiar é a sua mastologista, então trás esse laudo direto pra consulta.

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Mulheres jovens com alterações mamárias costumam ter um percurso diagnóstico mais longo…

Mulheres jovens com alterações mamárias costumam ter um percurso diagnóstico mais longo do que mulheres acima de 50 anos. Isso acontece porque fora da faixa etária de rastreamento, a suspeita clínica inicial tende a ser menor, e a conduta padrão costuma ser observação antes de investigação.

Esse raciocínio tem base. Mas tem um limite.

Se você tem menos de 40 anos, encontrou algo na mama e não entendeu por que está sendo acompanhada em vez de investigada, você tem o direito de pedir essa explicação.

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O que mais me orgulha nesse trabalho é ver uma mulher que chegou destruída na primeira…

O que mais me orgulha nesse trabalho é ver uma mulher que chegou destruída na primeira consulta voltando completamente diferente meses depois, até no jeito de andar.

Eu carrego cada uma dessas histórias comigo.

Lembro de cada uma das minhas pacientes.

Tenho duas filhas e penso muito no tipo de médica que eu gostaria que cuidasse delas um dia, se precisarem.

É esse cuidado, entregue de verdade, que me faz amar tanto essa profissão.

Inteligência artificial pode ajudar a organizar dúvidas

Inteligência artificial pode ajudar a organizar dúvidas, entender termos médicos e reduzir a ansiedade da espera. O que ela não faz é avaliar o seu caso individualmente, examinar você, ler o seu laudo dentro do contexto do seu tratamento completo ou assumir a responsabilidade pela decisão.

O Conselho Federal de Medicina estabeleceu em 2026 que decisões diagnósticas e terapêuticas devem permanecer sob responsabilidade do médico. Isso existe por uma razão.

Se você está diante de uma decisão cirúrgica e tem dúvidas, traga essas dúvidas para a consulta. É aqui que elas precisam ser respondidas.

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Eu não esperava que tantas mulheres chegassem ao consultório sem nunca ter ouvido falar…

Eu não esperava que tantas mulheres chegassem ao consultório sem nunca ter ouvido falar em cirurgia oncoplástica.

Você imagina que esse nome seria familiar pra quem passa pelo diagnóstico, mas não é o que acontece na prática. Muita paciente descobre esse termo só na minha consulta.

Um estudo com participação da Sociedade Brasileira de Mastologia mostrou que metade dos mastologistas brasileiros já realiza esse tipo de cirurgia, o que reforça que a técnica é segura e consolidada.

A informação é que ainda demora a chegar até quem mais precisa dela.

A cirurgia oncoplástica une a retirada do tumor com técnicas que preservam a forma da mama.

Se você nunca tinha ouvido esse termo, talvez outras mulheres que você conhece também nunca tenham ouvido e precisam receber um conteúdo como esse.

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O resultado dessa cirurgia da mastectomia masculinizadora não depende só do que acontece…

O resultado dessa cirurgia da mastectomia masculinizadora não depende só do que acontece na sala.

Todo mundo foca na cirurgia em si, mas o pós-operatório é o que decide se aquele resultado vai se firmar direito.

Eu explico isso pra cada paciente antes de operar pra que não saia da sala de operação achando que terminou ali.

O paciente precisa usar colete compressivo por pelo menos trinta dias, manter repouso sem movimento brusco e evitar levantar peso ou erguer o braço nos primeiros dias.

Essa rotina protege a cicatrização e o formato final do tórax.

Vou ajustando as orientações conforme as semanas passam e se você está pensando nessa cirurgia saiba que o cuidado depois pesa tanto quanto o dia da operação.

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Me diz se eu estou errada

Me diz se eu estou errada, a maioria das mulheres ainda acha que ter câncer de mama significa perder a mama.

Até faz sentido pensar assim porque por muito tempo a mastectomia foi o único caminho oferecido e essa ideia ficou entranhada como se fosse uma regra, repetida de geração em geração.

Mas hoje, em casos iniciais, dá pra retirar só o tumor e preservar a mama com o mesmo resultado de segurança, vai depender do tamanho do tumor e de outros fatores, por isso cada caso pede avaliação própria.

O que me incomoda muito é ver minhas pacientes chegando no consultório com a certeza de que vão perder a mama, quando muitas vezes nem é essa a realidade do caso dela.

Se você também pensava assim, talvez seja hora de marcar uma conversa de verdade sobre o seu caso.

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A escolha entre ultrassom e mamografia não é aleatória.

Ela depende da idade, da densidade mamária e do que o médico está buscando avaliar em cada caso específico.

Em mulheres jovens com tecido mamário denso, o ultrassom enxerga com mais clareza o que a mamografia pode mascarar. Já a mamografia é o exame padrão de rastreamento a partir dos 40 anos, especialmente pela capacidade de detectar microcalcificações.

Se você recebeu pedido de ultrassom e não entendeu o motivo, essa é a explicação. E se ainda ficou com dúvida sobre o que faz sentido no seu caso, leve essa pergunta para a próxima consulta.

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É por isso que você ainda está com medo do diagnóstico.

Ninguém nasce corajosa em relação a isso. Um estudo do Rio de Janeiro mostrou que 34% das mulheres com câncer de mama adiaram a consulta por mais de 90 dias após perceber os primeiros sintomas, paralisadas pelo medo de ouvir uma palavra que muda tudo.

Esse medo trabalha contra você. Quanto mais tempo passa entre perceber algo diferente e procurar ajuda, menor a janela pra agir com a doença ainda pequena e fácil de tratar.

O medo existe por um motivo real, mas não devia decidir se você vai atrás de resposta.

Eu recebo mulheres nesse alerta silencioso toda semana e nenhuma se arrependeu de vir cedo.

Se o medo tá te paralisando, conta aqui o que te trava.

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A relação entre anticoncepcionais hormonais e risco de câncer de mama existe.

O aumento de risco é aparentemente muito pequeno, depende do tipo de hormônio e do tempo de uso, e tende a diminuir após a suspensão do método.

A Sociedade Brasileira de Mastologia não recomenda a interrupção generalizada do anticoncepcional com base nesse dado isolado. O que recomenda é que cada mulher avalie seu histórico individual com a médica que a acompanha.

Se você usa anticoncepcional hormonal e nunca discutiu esse tema em consulta, é um bom ponto de partida para a próxima vez que for ao consultório.

Mastologista | Cirurgia Oncoplástica e Reconstrução Mamária

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Isso é uma armadilha, achar que mamografia normal em mama densa fecha o rastreamento.

Você faz o exame, o laudo vem normal e o alívio bate na hora. Só que em mama densa esse alívio pode ser incompleto.

A Febrasgo cita que a mamografia convencional pode ter até 50% menos sensibilidade em mamas tipo D, as mais densas. O tecido glandular consegue esconder um nódulo dentro da própria imagem, camuflado pela densidade ao redor.

Essa limitação é física da mamografia diante desse tecido, e por isso CBR, SBM e Febrasgo recomendam associar ultrassom quando a mama é densa, principalmente em mulheres mais jovens.

Se o seu laudo mencionou densidade alta e ninguém te explicou o que isso muda, essa é a hora de perguntar.

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O posicionamento do complexo areolomamilar muda de um tórax pro outro.

No masculino ele fica mais lateral e com diâmetro menor, e isso muda o planejamento inteiro da cirurgia masculinizadora.

Esse detalhe garante um resultado que realmente lê como tórax masculino. A literatura de cirurgia plástica reforça isso há décadas, apontando o reposicionamento do CAP como um dos pontos mais determinantes pro sucesso estético.

Cada milímetro carrega peso enorme na vida de quem tá nessa transição, e é por isso que eu estudo cada detalhe antes de entrar na sala.

Se tiver dúvida sobre esse processo, escreve aqui embaixo.

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Tem uma coisa sobre dor na mama que quase nenhuma médica fala na consulta.

A dor assusta mais do que devia.

Segundo a Febrasgo, o câncer de mama está associado à mastalgia em apenas 0,8% a 2% dos casos, geralmente como dor pontual em um único lugar.

A dor ligada à menstruação, que aumenta antes do período e some quando ele chega, é a forma mais comum e raramente representa risco. Mesmo assim tira o sono de quem já viveu um diagnóstico de perto.

O que quase ninguém explica é que o padrão da dor conta mais do que a dor em si, e observar quando ela aparece já ajuda a entender o corpo.

Se a dor voltou esse mês, presta atenção nesse padrão antes de se preocupar sozinha.

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É onde as publicações nascem, com vídeo e bastidor.

@dradaniela.mastologista